Ouça a reportagem da CBN Ribeirão com Marco Guarizzo
A segurança em museus tem se tornado uma preocupação crescente, e o Museu do Café em Ribeirão Preto não é exceção. Localizado nos Campos da USP, o museu atrásra conta com câmeras de vigilância para proteger seu acervo contra furtos e vandalismo. Conversamos com o diretor do museu, Daniel Basso, para entender melhor a necessidade dessas medidas.
Incidentes e a Necessidade de Vigilância
Nos últimos meses, o museu foi alvo de incidentes preocupantes. Daniel Basso relatou o desaparecimento de uma bengala pertencente a Fábio Arreto, seguida pelo sumiço de um animal taxidermizado e uma pequena pepita de ouro. “Como foi uma sequência, chegamos à conclusão de que seria melhor instalar câmeras”, explicou o diretor.
Valor Histórico vs. Valor Financeiro
Embora os objetos furtados não possuam um alto valor financeiro, seu valor histórico é inestimável. A bengala, por exemplo, era um item antigo pertencente a Fábio Arreto. A pepita de ouro, utilizada para fins educativos, também tinha um propósito importante. Daniel Basso acredita que os incidentes foram motivados por vandalismo, já que o valor de revenda dos objetos é mínimo.
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Segurança Reforçada e o Futuro do Museu
O sistema de segurança do museu já contava com um guarda noturno e um alarme, mas a instalação das câmeras representa um reforço significativo. “A câmera vai ajudar nesse ponto, porque atrásra vai ser monitorada”, disse Basso. O Museu do Café é o quarto museu mais visitado do estado de São Paulo, recebendo um grande número de visitantes, incluindo muitas crianças. As câmeras proporcionarão um controle maior e garantirão a segurança do acervo.
A medida visa proteger o patrimônio histórico e cultural, garantindo que o museu continue a receber visitantes com segurança e tranquilidade.



