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Na seca tem poeira, na chuva o problema é a lama! Comerciantes sofrem com as obras no Centro

Trabalhos na estrutura e asfalto da rua Barão do Amazonas começaram no mês passada e impactam na limpeza e nas vendas
obras no Centro
Trabalhos na estrutura e asfalto da rua Barão do Amazonas começaram no mês passada e impactam na limpeza e nas vendas

Trabalhos na estrutura e asfalto da rua Barão do Amazonas começaram no mês passada e impactam na limpeza e nas vendas

As obras do corredor de ônibus no centro de Ribeirão Preto têm causado transtornos para comerciantes e moradores da região da Barão do Amazonas. Desde a retomada das obras, no meio do mês passado, quatro quarteirões da rua, entre as ruas Rui Barbosa e Florencio de Abreu, estão interditados, gerando impactos no trânsito e no comércio local.

Impactos no Trânsito e Comércio

Com o asfalto arrancado e a terra à mostra, as chuvas têm se tornado um problema ainda maior. A enxurrada carrega terra e pedras da obra, alagando a parte baixa da Barão do Amazonas e dificultando o acesso a lojas e residências. Comerciantes relatam prejuízos devido à impossibilidade de clientes acessarem seus estabelecimentos, e motoristas enfrentam dificuldades para transitar pela região, com desvios e bloqueios constantes. A situação se agrava à noite, com carros ficando presos na lama e necessitando de reboque.

Preocupações de Moradores e Comerciantes

Moradores também sofrem com a situação. A dificuldade de acesso aos prédios, a falta de comunicação prévia sobre as interdições e a ausência de planejamento para minimizar os impactos são alguns dos pontos de reclamação. A falta de sinalização adequada e a coordenação deficiente das obras também são criticadas. Há relatos de pessoas com dificuldades de mobilidade que ficaram presas e tiveram problemas para acessar serviços essenciais.

Falta de Planejamento e Comunicação

A Secretaria de Obras informou que 50% das obras do corredor de ônibus estão concluídas e que as interdições são necessárias. No entanto, a falta de resposta a questionamentos sobre a contenção de enxurradas e o número de quarteirões interditados simultaneamente geram ainda mais insatisfação. A promessa de interdições intercaladas, feita anteriormente pelo secretário de obras, não tem sido cumprida na Barão do Amazonas, onde quatro quarteirões estão fechados consecutivamente. A situação afeta não apenas a Barão do Amazonas, mas também ruas paralelas como a Marcândio Salgado, causando congestionamentos significativos no centro da cidade. A expectativa é que as obras do quadrilátero central sejam concluídas em maio, mas a morosidade e os transtornos atuais geram preocupação e revolta entre moradores e comerciantes.

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