Acompanhe a história da paratleta de Jaboticabal no programa ‘Papo Esportivo CBN’, com Osvaldo Luís
A triatleta paralímpica Gessica Messali concedeu uma entrevista à CBN Ribeirão Preto, onde compartilhou sua trajetória no esporte e os desafios superados. Após um acidente automobilístico em 2013 que a deixou paraplégica, Gessica encontrou no esporte uma forma de reabilitação e superação.
Do Atletismo ao Paratriathlon
Gessica começou a praticar atletismo aos sete anos, inspirada por seu irmão. Após o acidente, em 2014, voltou ao esporte com foco na reabilitação. Em 2015, iniciou no paraciclismo e, em 2017, no paratriathlon, modalidade em que competiu nas Paralimpíadas de Tóquio.
Os Desafios do Paradesporto
A atleta destacou as dificuldades do paradesporto no Brasil, como a falta de patrocínio e a visão limitada à superação. Gessica enfatizou a necessidade de reconhecer o profissionalismo e a dedicação dos para-atletas, que treinam com a mesma intensidade que os atletas olímpicos. Sua rotina inclui quase 30 horas semanais de treinamento, sete dias por semana, sem férias.
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Quase no pódio em Tóquio
Em Tóquio, Gessica quase conquistou uma medalha, terminando em quarto lugar. Um incidente durante a aclimatação, envolvendo um protocolo de sauna, resultou em queimaduras nos pés, comprometendo sua performance na natação. Apesar do imprevisto, Gessica demonstrou resiliência e determinação, finalizando a prova com garra e orgulho de representar o Brasil.
A trajetória de Gessica Messali é um exemplo inspirador de superação, dedicação e profissionalismo no paradesporto. Sua história demonstra a força de vontade e a busca incansável por metas, mesmo diante de grandes desafios.



