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Nem os condomínios estão livres… casos de corrupção não são exclusividade de agentes públicos

Márcio Spimpolo fala sobre o caso de um síndico que desviou mais de R$ 400 mil; ouça a coluna 'Condomínio Legal'
corrupção em condomínios
Márcio Spimpolo fala sobre o caso de um síndico que desviou mais de R$ 400 mil; ouça a coluna 'Condomínio Legal'

Márcio Spimpolo fala sobre o caso de um síndico que desviou mais de R$ 400 mil; ouça a coluna ‘Condomínio Legal’

Síndico Condenado por Desvio de Verbas

Um síndico foi condenado em segunda instância por desvio de mais de R$ 400 mil reais de um condomínio. O caso, que ocorreu entre 2011 e 2012, envolveu 47 transações fraudulentas. O síndico, que também era sócio de uma administradora de condomínios, utilizou contratos simulados e pagamentos a prestadores de serviços fictícios para desviar os recursos.

Mecanismos de Prevenção

Para evitar situações semelhantes, é crucial que os condomínios adotem medidas de prevenção. O conselho fiscal desempenha um papel fundamental na auditoria das contas, assim como a transparência na disponibilização dos documentos financeiros para os moradores. O acesso a aplicativos e plataformas online que permitem o acompanhamento das finanças condominiais é essencial. A contratação de síndicos que não são moradores do condomínio exige ainda mais rigor na fiscalização e transparência.

Transparência e Boas Práticas

A transparência é a melhor forma de prevenir desvios de recursos. A disponibilização online de documentos como notas fiscais, comprovantes de pagamentos e contratos é fundamental para garantir a confiança dos moradores. A prática de um síndico também ser sócio de uma administradora de condomínio deve ser evitada, pois gera conflitos de interesse e desconfiança. Em 2023, com o avanço da tecnologia, não há justificativa para a falta de transparência na gestão condominial.

Em resumo, a condenação deste síndico serve como alerta para a importância da transparência, da fiscalização rigorosa e da adoção de boas práticas de gestão condominial. A proteção do patrimônio do condomínio depende da participação ativa dos moradores e do conselho fiscal, garantindo que os recursos sejam utilizados de forma correta e ética.

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