Em 8 de março de 1950, há 73 anos, foi lançado o famoso veículo que combina o transporte de carga e o de pessoas
Neste Dia Mundial da Kombi, comemoramos 73 anos de história de um veículo que marcou gerações. Muito além de um simples automóvel, a Kombi se tornou um ícone da cultura popular, sua trajetória é repleta de curiosidades e significados.
De utilidade a ícone cultural: a trajetória da Kombi
Lançada em março de 1950 na Alemanha, a Kombi surgiu como uma solução prática e versátil para o transporte de cargas e pessoas. Sua capacidade de adaptação a diferentes necessidades a consagrou mundialmente. No Brasil, sua produção iniciou em 1957, tornando-se o primeiro veículo da Volkswagen fabricado no país, dois anos antes do Fusca. Sua produção durou até 2013, totalizando 1,5 milhão de unidades produzidas no Brasil, um recorde de longevidade.
A Kombi e sua identidade: um misto de utilidade e cultura
A versatilidade da Kombi a tornou um veículo para todos os usos. Desde transporte de passageiros e cargas até adaptações como motorhomes e ambulâncias, a Kombi se moldou às necessidades do mercado. Sua presença marcante em movimentos culturais, como o movimento hippie, consolidou seu status de ícone, associando-a à liberdade e à contracultura. O apelido “Kombi”, derivado da palavra alemã “Kombination” (combinação), reflete sua capacidade de unir transporte de pessoas e cargas em um único veículo.
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O legado de um ícone
Mesmo após o fim de sua produção, a Kombi permanece presente no imaginário coletivo. Sua versatilidade e design atemporal a transformaram em um objeto de desejo, com modelos antigos sendo restaurados e adaptados para novos usos. A Kombi deixou um legado duradouro, representando mais do que um veículo: um símbolo de resistência, adaptação e cultura popular.