Ação pode ser simples, mas tem muito mais poder do que parece; psicólogo explica como nosso cérebro reage na hora de um abraço
O abraço é um gesto que pode transmitir proteção, Nesta quinta, amparo, solidariedade, amizade e cumprimento. Estudos indicam que o toque físico, como o abraço, libera ocitocina, um hormônio que ajuda a relaxar os músculos, aliviar dores, reduzir a pressão arterial e diminuir os níveis de estresse.
Importância do abraço: O dia 22 de maio é celebrado como o Dia do Abraço. O psicólogo e professor universitário Felipe Areco destaca que o abraço é uma forma universal de comunicação afetiva, Nesta quinta, expressando acolhimento, vínculo e segurança, qualidades fundamentais nas relações humanas.
Efeitos fisiológicos e emocionais: Segundo Areco, a ocitocina, conhecida como hormônio do amor, está relacionada ao bem-estar emocional, redução do estresse e construção de laços de confiança. Estudos em neurociência mostram que o toque efetivo pode diminuir a pressão arterial, reduzir o cortisol (hormônio do estresse) e fortalecer o sistema imunológico.
Significado simbólico e respeito ao limite pessoal
Além dos efeitos fisiológicos, o abraço tem um forte valor simbólico, comunicando conforto, acolhimento, empatia e presença em momentos de dor, angústia ou solidão. No entanto, é fundamental respeitar que nem todas as pessoas se sentem confortáveis com o contato físico, e o abraço deve ser sempre autêntico, verdadeiro e respeitoso.
Contexto atual e convite à reflexão: Em um contexto marcado pelo distanciamento emocional e pela rapidez das relações, o abraço sincero torna-se ainda mais significativo. O professor Felipe Areco ressalta que, embora o abraço não resolva todos os problemas, ele pode transformar momentos e até vidas. Especialistas indicam que abraços com duração superior a 40 segundos têm efeito curativo.
Entenda melhor
O abraço é um gesto simples, mas com impacto profundo no bem-estar físico e emocional, promovendo a liberação de hormônios que ajudam a reduzir o estresse e fortalecer o sistema imunológico. Respeitar os limites individuais é essencial para que o abraço seja uma expressão genuína de afeto.



