Jovens entre 18 e 24 anos são os que mais morrem por acidentes no estado; ouça o ‘Direção Preventiva’ com Maria Amélia Fernandes
Neste terceiro domingo de novembro, Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito, é fundamental refletir sobre a segurança viária e as ações necessárias para reduzir o número de mortes e feridos no trânsito. Criado pela Roadpeace do Reino Unido em 1993 e oficializado pela ONU em 1995, o dia serve não apenas para lembrar as vítimas, mas também para conscientizar a população e convocar ações para melhorar a segurança viária.
Jovens e os Riscos no Trânsito
Dados do Infosiga apontam que jovens entre 18 e 24 anos lideram as estatísticas de mortes no trânsito em São Paulo. Maria Melha Fernandes, coordenadora do programa Respeito à Vida, atribui esse alto índice à imaturidade e falta de vivência, além de fatores como sono e consumo de álcool. A educação e a informação são cruciais para conscientizar os jovens sobre os riscos e promover mudanças de comportamento.
Ações do Poder Público e a Importância da Conscientização
O poder público, por meio do Detran, atua em três frentes: melhorias na infraestrutura viária (lombadas, faixas de pedestres, semáforos), ações educativas (como o programa Motofretista Seguro) e fiscalização (blitz, conscientização em bares sobre o consumo de álcool). A meta é alcançar o índice zero de acidentes, um objetivo ambicioso que requer a colaboração de todos.
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Prevenção e Respeito às Leis
As principais causas de acidentes fatais incluem excesso de velocidade, ultrapassagens em locais proibidos, sono ao volante e uso do celular. Maria Melha destaca a importância do respeito às leis de trânsito como fator primordial para a segurança viária. Dados recentes mostram uma redução nos acidentes envolvendo ciclistas e pedestres, enquanto os acidentes com motocicletas ainda preocupam. O apelo final é pelo respeito à vida e às leis de trânsito, lembrando que todos são responsáveis pela segurança no trânsito.