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Nesta segunda-feira (11) é celebrado o Dia Nacional do Infectologista

Profissão ganhou ainda mais notoriedade com a pandemia da Covid-19; infectologista Sílvia Fonseca fala dos desafios da atividade
Dia Nacional do Infectologista
Profissão ganhou ainda mais notoriedade com a pandemia da Covid-19; infectologista Sílvia Fonseca fala dos desafios da atividade

Profissão ganhou ainda mais notoriedade com a pandemia da Covid-19; infectologista Sílvia Fonseca fala dos desafios da atividade

Neste 11 de abril, Dia Nacional do Infectologista, comemoramos a importância dessa profissão que ganhou destaque durante a pandemia de Covid-19. A data homenageia o Dr. Emilio Ribas, nascido em 11 de abril, um pioneiro no combate à febre amarela e outras doenças infecciosas, que contribuiu significativamente para a saúde coletiva brasileira e para a fundação do Instituto Butantan.

Desafios da Infectologia

A infectologista Dra. Silvia Fonseca compartilhou seus desafios na profissão. Além da Covid-19, que trouxe uma doença desconhecida e letal, ela destaca a infecção hospitalar como um problema recorrente e grave, responsável por muitas mortes. A Dra. Fonseca também mencionou outras epidemias enfrentadas, como a dengue, zika e sarampo, ressaltando a necessidade contínua de vigilância e combate a doenças infecciosas.

Principais Doenças e Cuidados

Entre as principais doenças tratadas pela infectologia, a Dra. Fonseca cita a dengue, devido à sua ampla disseminação e à falta de uma vacina eficaz. Outras doenças importantes incluem HIV, tuberculose (segunda maior causa de morte no mundo), chikungunya e malária. A especialista destaca a importância da vacinação, tratamento de água e esgoto, e o papel do infectologista no aconselhamento sobre vacinas, especialmente para viajantes internacionais (medicina do viajante).

A Covid-19 e o Futuro

A Dra. Fonseca descreve o período da pandemia como intenso, com jornadas de trabalho extenuantes. Embora os números de casos e internações estejam diminuindo, ela permanece vigilante, preocupada com novas variantes do vírus e a baixa adesão à vacinação em algumas partes do mundo. A médica alerta para a necessidade de continuar vacinando a população vulnerável e de manter cuidados preventivos, como o uso de máscara em ambientes fechados, principalmente para pessoas mais suscetíveis. A prevenção de doenças infecciosas, através da vacinação, saneamento básico e cuidados individuais, continua sendo fundamental.

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