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Nesta sexta (20) é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola

Sobre a importância de debater o assunto e mitigar o problema, ouça o comentário de Danielle Zeoti no 'CBN Comportamento'
Bullying escolar
Sobre a importância de debater o assunto e mitigar o problema, ouça o comentário de Danielle Zeoti no 'CBN Comportamento'

Sobre a importância de debater o assunto e mitigar o problema, ouça o comentário de Danielle Zeoti no ‘CBN Comportamento’

O Dia Mundial de Combate ao Bullying, celebrado em 20 de outubro, serve como um alerta importante sobre a persistência desse problema, mesmo com leis de proteção em vigor desde 2015 no Brasil. Apesar dos esforços de prevenção nas escolas e da ampla discussão na mídia, o bullying continua a afetar crianças e adolescentes.

Consequências Devastadoras do Bullying

As consequências do bullying são graves e duradouras, impactando a saúde mental e o desenvolvimento da vítima. Baixo rendimento escolar, transtornos de ansiedade e depressão, problemas de autoestima e até mesmo suicídio são algumas das possíveis consequências. É crucial que as vítimas busquem ajuda psicológica e jurídica para lidar com o trauma e garantir sua proteção.

Identificação de Vítimas e Agressores

Identificar um filho como vítima ou agressor de bullying requer atenção aos sinais. Mudanças de comportamento como recusa à escola, choro excessivo, ansiedade, medo, alterações no sono e apetite, baixo rendimento escolar e isolamento social são indicadores de que a criança ou adolescente pode estar sofrendo bullying. Já o agressor pode apresentar crueldade em diferentes contextos (com animais, irmãos, pais), desafiar normas e regras constantemente, ter baixo rendimento escolar, e se vitimizar quando confrontado. É importante lembrar que o bullying não é um mérito, e sim um sinal de que a criança ou adolescente precisa de ajuda.

Bullying na Vida Adulta e no Mundo Virtual

O bullying não se limita à infância e adolescência. Na vida adulta, ele se manifesta como assédio moral, sexual ou físico, com dinâmicas semelhantes às do bullying infantil, envolvendo relações de poder e violência. O cyberbullying, por sua vez, apresenta uma crueldade ainda maior devido ao anonimato virtual e à exposição pública das vítimas. A agressão virtual pode causar insegurança e medo, mesmo dentro de casa, demandando atenção e combate tão eficaz quanto o bullying na vida real.

Em suma, o combate ao bullying requer uma abordagem multifacetada, envolvendo a conscientização, a prevenção nas escolas e famílias, o apoio psicológico para vítimas e agressores, e a aplicação das leis de proteção existentes. A identificação precoce dos sinais e a busca por ajuda profissional são fundamentais para minimizar os danos causados por essa forma de violência.

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