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Nesta terça-feira (11) é comemorado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Presença feminina no meio científico ainda é minoria, com cerca de 30% de representatividade, mas elas vêm transformando a área
Mulheres e Meninas na Ciência
Presença feminina no meio científico ainda é minoria, com cerca de 30% de representatividade, mas elas vêm transformando a área

Presença feminina no meio científico ainda é minoria, com cerca de 30% de representatividade, mas elas vêm transformando a área

Hoje, 11 de fevereiro, é o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Apesar de ainda serem minoria, representando cerca de 30% dos cientistas no mundo, as mulheres vêm transformando a realidade em suas áreas de atuação. Para mostrar a força feminina na ciência, fomos até o CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), em Campinas, conhecer histórias inspiradoras.

Mulheres na Ciência: trajetórias de sucesso

Flávia Martinho, 63 anos, engenheira elétrica formada na USP na década de 1980, relembra a pouca representatividade feminina em sua turma (8 mulheres em 180 alunos). Mesmo assim, construiu uma carreira brilhante de 40 anos no CPqD, participando de projetos importantes como a implantação do 4G e 5G no Brasil e a integração do sistema de comunicação via rádio do Exército Brasileiro. Ela destaca os desafios de conciliar carreira e maternidade, mas celebra o sucesso em criar dois filhos maravilhosos enquanto trabalhava em outra cidade e se dedicava aos projetos no CPqD.

Superando desafios e inspirando outras mulheres

Daniela Renata da Silva, 38 anos, outra cientista do CPqD, conta sua trajetória desde a infância, quando já sonhava em ser engenheira. Seu interesse pela matemática e física, aliado à influência de seu padrasto, técnico em eletrônicos, a levou a seguir carreira em telecomunicações. Daniela participou do desenvolvimento do RDS (Rádio Definido por Software), um projeto que integrava sistemas de rádio de diferentes fabricantes, melhorando a comunicação das forças armadas. Ela destaca a satisfação em liderar equipes e ajudar jovens a construir suas carreiras, superando os desafios da conciliação entre trabalho e maternidade com o apoio de sua rede familiar.

As histórias de Flávia e Daniela, assim como as de outras 265 mulheres que trabalham no CPqD (das quais 25% ocupam cargos de liderança), demonstram a capacidade e a força feminina na ciência. Apesar dos desafios, a persistência, o talento e o apoio mútuo impulsionam o sucesso dessas profissionais, inspirando novas gerações de mulheres a seguirem carreiras científicas.

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