Brasil consome, em média, 174 mil unidades por semana; Edmo Bernardes fala deste prato na coluna ‘Multimídia’
No dia 28 de maio é comemorado o Dia do Hambúrguer, Nesta terça-feira (28) é celebrado o Dia do Hambúrguer!, um dos alimentos mais populares do mundo. No Brasil, o hambúrguer é extremamente consumido, com uma média semanal de 174 mil unidades vendidas, o que equivale a cerca de 25 mil hambúrgueres por dia, segundo pesquisa do Instituto Cantar. O sanduíche, que tradicionalmente é composto por pão, carne e queijo, tem diversas variações e é mais popular do que a pizza nas plataformas de delivery. Em 2022, por exemplo, o iFood registrou a entrega de 123 milhões de sanduíches, evidenciando a preferência dos consumidores brasileiros por esse alimento.
Popularidade do hambúrguer no Brasil: O hambúrguer é um dos pratos favoritos dos brasileiros, e sua popularidade reflete a tendência global. A facilidade de preparo, a variedade de ingredientes e a presença em inúmeros cardápios fazem do hambúrguer uma escolha frequente para refeições rápidas e delivery. A pesquisa do Instituto Cantar destaca que o consumo diário é significativo, superando até mesmo a pizza, que tradicionalmente é vista como o alimento mais pedido em serviços de entrega.
Fim do ICQ após 28 anos
Após 28 anos de funcionamento, o serviço de mensagens instantâneas ICQ será descontinuado a partir de 26 de junho. O anúncio foi feito pela empresa russa VK, atual proprietária da plataforma desde 2010, quando adquiriu o ICQ da AOL. A VK recomenda que os usuários migrem para suas outras plataformas, como o VK Workspace, que oferece serviços de troca de mensagens. O ICQ teve seu auge em 2001, quando chegou a contar com 100 milhões de usuários, mas perdeu espaço para outras tecnologias como MSN, Skype e WhatsApp.
Leia também
“O ICQ, que foi muito popular no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, deixará de funcionar em 26 de junho. A VK, que é dona do serviço, orienta os usuários a migrarem para suas outras plataformas.”
Aumento nos custos de frete aéreo e possíveis impactos no Brasil: O custo do frete aéreo para importações da China aos Estados Unidos tem apresentado aumento significativo. Em maio de 2024, a taxa média foi de aproximadamente US$ 4,75 por quilograma, valor mais alto desde o final de 2023 e que representa mais que o dobro do custo registrado em 2019, que era de US$ 2,32 por quilograma. Apesar de ainda estar abaixo dos picos de 2021, quando chegou a US$ 10 por quilograma durante a pandemia, o aumento atual impacta diretamente empresas que utilizam esses serviços para entrega rápida.
Empresas como Xin e Tamu, que atuam no comércio eletrônico, já registraram elevação nos custos de frete, o que pode refletir no preço final dos produtos importados. Além disso, há uma proposta em tramitação na Câmara dos Deputados, Senado e Governo Federal para a cobrança de um imposto de importação de 92%, o que pode agravar ainda mais os custos para consumidores brasileiros.
“A taxa média de frete aérea de maio do sul da China para os Estados Unidos estava cerca de 4,75 dólares por quilograma, o valor mais alto desde o final do ano passado.”
Demanda e capacidade logística: O aumento dos custos está relacionado à alta demanda por entregas rápidas, que exige maior número de voos cargueiros. Atualmente, cerca de 88 aviões Boeing 777 transportam aproximadamente 9 mil toneladas de carga diariamente para atender essa demanda global. A Xin é conhecida principalmente pela venda de eletrônicos e moda, enquanto a Tamu foca em roupas e utensílios domésticos. O cenário atual, com o aumento dos custos logísticos e a possível elevação de impostos, pode impactar o mercado brasileiro, especialmente em um momento de alta procura por esses produtos.
Informações adicionais
- O ICQ foi vendido pela AOL por US$ 400 milhões em 2010.
- O auge do ICQ ocorreu em 2001, com 100 milhões de usuários.
- O iFood entregou 123 milhões de sanduíches em 2022 no Brasil.
- A taxa de frete aérea em 2024 é mais que o dobro da registrada em 2019.
- O aumento dos custos de frete pode ser agravado pela proposta de imposto de importação de 92% no Brasil.