A baixa umidade do ar também é responsável pelo ressecamento de olhos, boca e nariz; reforço na hidratação é principal medida
O calor extremo exige atenção redobrada com a saúde dos idosos, grupo mais suscetível à desidratação. A geriatra Mariana Duarte explica que essa vulnerabilidade se deve à menor quantidade de água corporal em comparação com adultos jovens e crianças, além da redução da percepção de sede.
Sinais de Desidratação em Idosos
É crucial identificar os sinais de desidratação. A médica destaca alguns sintomas importantes: urina mais concentrada e com odor forte, diminuição da frequência e do volume urinário, queda da pressão arterial, tontura, confusão mental e fraqueza. A presença de qualquer um desses sinais exige atenção imediata.
Prevenção: Hidratação e Cuidados
A recomendação de ingestão hídrica é de 30ml por quilo de peso corporal ao dia. Para um idoso de 50kg, por exemplo, o mínimo seria 1,5 litros de água. É fundamental que o idoso beba água frequentemente, mesmo sem sentir sede. Além da água, outros líquidos como sucos, leite e vitaminas contribuem para a hidratação. Evitar exercícios físicos nos horários mais quentes também é uma medida preventiva.
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Priorizar a hidratação regular e observar atentamente os sinais de desidratação são medidas essenciais para garantir o bem-estar e a saúde dos idosos, principalmente durante períodos de calor intenso. A prevenção é a melhor forma de evitar complicações.



