Nutricionista e chef comenta este lanche que causa polêmica com o nome em algumas regiões, mas é coringa na hora da fome
No dia 20 de julho é comemorado o Dia do Biscoito, uma data que celebra diversos tipos de snacks consumidos no Brasil, incluindo biscoitos e bolachas, termos que variam conforme a região do país.
O mercado brasileiro conta com mais de 200 tipos de biscoitos, que são consumidos em diferentes momentos do dia, como no café da manhã e na lancheira, e apresentam versões doces, salgadas e mais saudáveis. A nutricionista Letícia Guiarros destacou que, apesar de o biscoito conter uma quantidade considerável de gordura, ele pode ser consumido com equilíbrio e faz parte da memória afetiva de muitas famílias.
Principais pontos sobre o biscoito:
- Receitas tradicionais incluem a bolachinha amanteigada, feita com farinha de trigo, açúcar e manteiga, que pode ser complementada com goiabada.
- O biscoito de polvilho, popular nas padarias, é uma opção sem glúten e pode ser preparado com polvilho azedo, água quente, óleo e ovo, resultando em um snack crocante e salgado.
- Existem versões mais saudáveis, como biscoitos de banana com aveia, que podem incluir castanhas, uva-passa ou chocolate 70% cacau, sendo indicados para lanches escolares.
- Para conservar os biscoitos, recomenda-se armazená-los em potes herméticos; caso fiquem murchos, podem ser reaquecidos no forno ou na air fryer para recuperar a crocância.
Polêmica sobre o nome:
- O uso dos termos “biscoito” e “bolacha” varia regionalmente no Brasil, sendo “biscoito” a forma mais comum e aceita na linguagem padrão, inclusive em propagandas.
- Independentemente do nome, o importante é o sabor e a preferência do consumidor.
Variedades e diferenças:
- O biscoito mineiro, que contém queijo meia cura, tem uma textura mais pesada e sabor característico devido ao queijo gratinado.
- A mistura de polvilho azedo e doce influencia na textura final do biscoito, tornando-o mais crocante ou macio.
Entenda melhor
O biscoito tem origem antiga, com registros de preparo no Egito Antigo e na Pérsia, onde grãos eram esmagados e misturados com água para formar uma massa. Hoje, ele é um alimento universal, presente em diversas culturas e adaptado a diferentes gostos e necessidades alimentares.