Em comemoração a data, equipe do Terra da Gente mostra no ‘CBN Sons Da Terra’ desta quinta (5), os sons da Mata
O podcast Sons da Terra completa uma nova fase com a estreia do formato em vídeo, reunindo pela primeira vez seus quatro integrantes presencialmente: Marcelo Ferre, Ananda Porto, Luciano Lima e Paulo Augusto. A novidade coincide com a celebração do Dia da Mata Atlântica (27 de maio) e os 25 anos do Terra da Gente.
Sons da Mata Atlântica: Uma Orquestra de Vida
A conversa se inicia com a exploração da rica biodiversidade sonora da Mata Atlântica. Ananda destaca as aves como protagonistas da paisagem sonora, mencionando o tangará, o surucuá e o beija-flor-rajado como exemplos marcantes. Luciano reforça a ideia da mata como uma “orquestra”, com diferentes espécies cantando em momentos específicos do dia, como o “Coro da Madrugada”. Ele também menciona o sabiá-una, cujo canto considera representativo da riqueza da Mata Atlântica. Paulo adiciona o sapo-ferreiro (ou sapo-martelo) à lista de sons característicos, lembrando a exuberância da natureza na região da capital paulista, contrastando com a paisagem atual.
Do Passado ao Presente: As Cartas de Anchieta e a Biodiversidade
A discussão se aprofunda na conexão entre o passado e o presente, utilizando as cartas de Padre Anchieta como referência histórica. Os apresentadores refletem sobre a descrição detalhada da natureza brasileira presente nos escritos de Anchieta, comparando-a com a realidade atual. A paisagem sonora, segundo Ananda, permite uma viagem no tempo, imaginando a abundância de espécies que existiam na época. Marcelo destaca a importância de preservar a biodiversidade e menciona a volta das baleias ao litoral brasileiro como um sinal de recuperação ambiental.
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Um Futuro Sonoro: Preservação e Conscientização
O episódio especial do Sons da Terra, dedicado à Mata Atlântica, busca conscientizar sobre a importância da preservação da biodiversidade e da riqueza sonora da floresta. A série explora a fauna e a flora, incluindo a história da tainha e da manjuba, destacando o conhecimento tradicional indígena sobre a pesca sustentável. A iniciativa reforça a importância da preservação da Mata Atlântica para as gerações futuras, celebrando a riqueza da biodiversidade e a beleza de seus sons.