Antonio Daas Abboud afirma que quem não tiver um ‘motivo forte’ para sair, que fique em casa
Ribeirão Preto ainda não publicou o decreto que regulamentará o toque de recolher determinado pelo governo do Estado de São Paulo devido ao aumento de casos de coronavírus e a alta ocupação de leitos de UTI em diversos hospitais da região. Cidades vizinhas, como Taquaritinga e Dobrada, já adotaram a medida antes mesmo da determinação estadual.
Regulamentação e Fiscalização do Toque de Recolher
Em entrevista, o secretário de governo de Ribeirão Preto, Antônio D’azabud, afirmou que o município adotará a determinação estadual e estudará, com base nos dados de ocupação de leitos, novos casos e situação dos respiradores, medidas adicionais a partir de sexta-feira. Embora a prefeitura não cogite barreiras na cidade, as blitzes policiais continuarão para fiscalizar o cumprimento do toque de recolher. A ênfase será em garantir que o deslocamento da população seja justificado, como ida ao trabalho ou atendimento de emergência.
Transporte Público e Aulas
Sobre o transporte público, o secretário explicou que a prefeitura busca constantemente otimizar os horários dos ônibus para atender à demanda, mas reconhece as dificuldades em evitar a superlotação em alguns horários e linhas. Quanto ao retorno das aulas em março, o secretário destacou a necessidade de diminuir a mobilidade para reduzir a transmissão do vírus, mas ressaltou a impossibilidade de medidas drásticas como a paralisação do transporte público ou dos supermercados.
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Compra de Vacinas
Em relação à compra de vacinas pelos municípios, o secretário afirmou que a prefeitura está estudando a possibilidade, mas que a legislação ainda está em desenvolvimento e que a decisão dependerá da viabilidade legal e da disponibilidade de recursos. A definição sobre a compra de vacinas ainda não foi tomada.
A prefeitura de Ribeirão Preto trabalha para controlar a transmissão do vírus e a ocupação de leitos hospitalares, buscando o equilíbrio entre as medidas restritivas e as necessidades da população. A colaboração da imprensa é vista como fundamental nesse processo.



