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No aniversário de 42 anos da EPTV, Alexandre Reis conta suas histórias com o clássico Come-Fogo

Jornalista fala da carreira e lembra de passagens curiosas no tradicional de Ribeirão Preto
EPTV aniversário
Jornalista fala da carreira e lembra de passagens curiosas no tradicional de Ribeirão Preto

Jornalista fala da carreira e lembra de passagens curiosas no tradicional de Ribeirão Preto

O clássico Come Fogo, disputado entre Comercial e Botafogo em Ribeirão Preto, possui uma história rica e marcada por peculiaridades. Alexandre Reis, comentarista esportivo, relembra a trajetória dessa partida emblemática, que atravessou décadas com diferentes contextos.

Origens e Revivals do Come Fogo

A ausência do Come Fogo entre 1986 e os anos 1990 se deu devido à queda do Comercial, um dos protagonistas do confronto. O retorno do time à primeira divisão nos anos 2000 reacendeu a chama do clássico, embora Reis não tenha presenciado esses jogos, tendo apenas conversado com figuras importantes que participaram deles.

O Misterioso Alfredinho e suas Táticas Inusitadas

Alfredinho, um treinador marcante na história do Come Fogo, utilizava métodos pouco ortodoxos para motivar seus jogadores. Longe de estratégias puramente táticas, ele se valia de incentivos financeiros, negociando prêmios com patrocinadores. Há relatos de que ele usava até mesmo a ameaça de contar segredos dos jogadores para suas esposas caso não marcassem gols, uma tática que, segundo Reis, surtia efeito.

O Come Fogo na Pandemia e o Debate sobre a Presença de Público

O Come Fogo da Copa Paulista marcou um momento inédito: foi o primeiro da história sem público, devido à pandemia de COVID-19. Reis argumenta contra a presença de público no clássico, principalmente considerando a necessidade de equilíbrio esportivo, evitando que o fator casa favoreça indevidamente uma das equipes. Ele finaliza ponderando sobre a situação da pandemia em Ribeirão Preto, mostrando que apesar da melhora nos números, ainda há cautela necessária, comparando a situação com a dos Estados Unidos, onde o negacionismo causou um número alarmante de mortes.

A história do Come Fogo, portanto, é uma mistura de paixão, estratégias inusitadas e reflexões sobre o contexto social e esportivo. A ausência de público, embora lamenteável, reflete a necessidade de priorizar a saúde pública e a equidade esportiva.

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