Pais e responsáveis têm até esta sexta (13) para levar crianças de 1 ano a 4 anos para tomar a dose contra a poliomielite
Baixa adesão à vacinação contra pólio preocupa autoridades em Ribeirão Preto
Campanha de vacinação contra a pólio termina com baixa adesão
A campanha de vacinação contra a poliomielite, doença que causa paralisia infantil, encerrou-se com índices de cobertura abaixo do esperado em Ribeirão Preto. De acordo com Michele Souza, a adesão foi muito baixa, com muitos pais deixando de levar seus filhos para se vacinar. O chefe da divisão de vigilância epidemiológica, Dr. Daniel Cardoso de Almeida e Araújo, reforça a preocupação, afirmando que a meta não foi atingida e que a baixa cobertura representa um risco para a saúde pública.
Riscos da baixa cobertura vacinal e importância da prevenção
A baixa adesão à vacinação, segundo o Dr. Araújo, é influenciada pela pandemia de Covid-19, que gerou receios e alterou hábitos da população. A manutenção de baixas coberturas vacinais permite o retorno de doenças que estavam controladas, como a pólio, que pode causar paralisia irreversível em crianças. A doença é altamente transmissível e, antes da vacinação em massa, causava inúmeros casos de paralisia infantil, comprometendo significativamente a qualidade de vida dos pacientes.
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Oportunidade para atualizar a carteira de vacinação
Apesar do foco na vacinação contra a pólio, a campanha também serviu como oportunidade para atualização da carteira de vacinação infantil. Os postos de saúde disponibilizaram outras vacinas, permitindo que os pais regularizassem a imunização de seus filhos. Com a campanha se encerrando, a recomendação é que os pais procurem os 36 postos de saúde de Ribeirão Preto para vacinar suas crianças. O serviço é gratuito e oferece diversas vacinas além da contra pólio. A falta de prorrogação oficial da campanha reforça a urgência da procura pelos postos de saúde.



