Prefeito garante que a abertura de novos leitos vai manter Ribeirão; segundo João Doria, haverá revisão dos critérios do Comitê
Nesta entrevista exclusiva, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, fala sobre a expectativa para a volta às aulas, os protocolos a serem seguidos e a antecipação da reclassificação do Plano São Paulo.
Recuperação do Prefeito e a Situação da COVID-19 em Ribeirão Preto
O prefeito, que testou positivo para a COVID-19, relata sintomas leves como rouquidão, falta de paladar e olfato, mas sem febre ou dores intensas. Ele destaca a importância da prudência no uso de medicamentos e a reflexão sobre hábitos de vida durante o isolamento. A cidade de Ribeirão Preto apresenta 77% de ocupação de leitos de UTI, o que a coloca na fase amarela do Plano São Paulo.
Reclassificação do Plano São Paulo e a Fase Amarela
A reclassificação do Plano São Paulo, inicialmente prevista para 5 de fevereiro, foi antecipada para sexta-feira. O prefeito demonstra confiança de que Ribeirão Preto permanecerá na fase amarela, devido à abertura de novos leitos de UTI e à estabilidade em outros indicadores da pandemia. Apesar disso, ele afirma que a prefeitura seguirá as orientações do governo estadual, mas que poderá discutir o ponto de vista da cidade caso haja divergências técnicas.
Volta às Aulas e Projetos para a Educação
A volta às aulas presenciais na rede municipal de Ribeirão Preto está mantida para 8 de fevereiro, com um modelo híbrido e protocolos sanitários rigorosos. O prefeito destaca a importância do retorno às aulas para o desenvolvimento cognitivo das crianças e a prevenção da ociosidade. A cidade também prevê a inauguração de 15 novas escolas em 2021, zerando as filas nas creches e garantindo vagas no ensino infantil e fundamental. Parcerias com o governo estadual para ampliação de vagas em creches e construção de novas escolas também estão em andamento.
O prefeito finaliza a entrevista reforçando a preparação da cidade para a vacinação contra a COVID-19, independente do tipo de vacina aprovada pela Anvisa, e a importância de se evitar o radicalismo ideológico em questões de saúde pública.



