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Nogueira alega que Ribeirão precisa de mais 22 mil vacinas para imunizar todos os profissionais da saúde

Prefeito se reuniu com o Estado para solicitar mais vacinas e alertar sobre a perda de imunizante do ato da aplicação
vacinas Ribeirão Preto
Prefeito se reuniu com o Estado para solicitar mais vacinas e alertar sobre a perda de imunizante do ato da aplicação

Prefeito se reuniu com o Estado para solicitar mais vacinas e alertar sobre a perda de imunizante do ato da aplicação

A Prefeitura de Ribeirão Preto solicitou ao governo do Estado um reajuste no envio de vacinas contra a Covid-19. Segundo a prefeitura, há uma perda de 500 doses a cada 4.500 enviadas. O Estado afirma que já foram destinadas 134.700 doses à cidade, com mais de 20.000 ainda disponíveis, segundo dados de 3 de abril da plataforma VaceVida.

Falta de Vacinas e Perdas Técnicas

O prefeito de Ribeirão Preto, em entrevista à CBN, explicou a necessidade de mais vacinas para imunizar 11 mil profissionais de saúde ainda não vacinados. Ele também destacou a perda técnica de aproximadamente 10% das doses durante o processo de vacinação, mesmo utilizando seringas e agulhas de alta precisão. Essa perda, segundo o prefeito, precisa ser considerada nos cálculos de envio pelo Estado.

Reunião para Solução Técnica

Para discutir a carência de vacinas e as perdas técnicas, o secretário de Desenvolvimento Regional do Estado agendará uma videoconferência entre técnicos da Secretaria de Saúde e da Prefeitura. O objetivo é encontrar soluções técnicas para ambos os problemas, considerando que a perda de aproximadamente 10% das doses é um fator que precisa ser levado em conta no envio de novas doses.

Aceleração da Vacinação e Cultos Religiosos

O prefeito enfatizou a importância de acelerar a aquisição de vacinas pelo governo federal para garantir a imunização da população prioritária. Sobre a liberação de cultos religiosos pelo Supremo Tribunal Federal, o prefeito afirmou que, apesar de respeitar a decisão judicial, considera inadequado realizar cultos presenciais em massa no momento atual da pandemia, devido ao alto número de casos e mortes. Ele relatou que mantém diálogo com líderes religiosos para conscientizá-los sobre os riscos.

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