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Nogueira garante que o repasse ao PróUrbano é “necessário para garantir o funcionamento do transporte coletivo”

Texto que aprova um aporte de até R$ 17 milhões ao consórcio foi aprovado pela Câmara; ouça a coluna 'De Olho na Política'
repasse PróUrbano
Texto que aprova um aporte de até R$ 17 milhões ao consórcio foi aprovado pela Câmara; ouça a coluna 'De Olho na Política'

Texto que aprova um aporte de até R$ 17 milhões ao consórcio foi aprovado pela Câmara; ouça a coluna ‘De Olho na Política’

Após semanas de negociações e paralisações no transporte público, a Câmara Municipal de Ribeirão Preto aprovou o repasse de até R$ 17 milhões ao Consórcio Pró-Urbano. A decisão, tomada em votação apertada (12 a 10), visa garantir a manutenção do serviço de ônibus na cidade.

Repasse emergencial para o transporte público

O prefeito Duarte Nogueira defendeu a urgência do repasse, afirmando que o valor é necessário para cobrir o déficit financeiro das empresas de transporte coletivo. A redução no número de passageiros durante a pandemia impactou a receita das empresas, gerando um desequilíbrio entre custos e arrecadação. O prefeito ressaltou que outras cidades brasileiras já adotaram medidas semelhantes para evitar a paralisação total do sistema.

Recursos e análise do contrato

Os R$ 17 milhões virão de economias da Prefeitura, segundo Nogueira. O prefeito também destacou que esse valor não representa um aumento de lucro para as empresas, mas sim uma ajuda para cobrir custos operacionais e manter o serviço funcionando. O repasse será feito em parcelas, com R$ 7 milhões na primeira e o restante em cinco parcelas de R$ 2 milhões. Além disso, está prevista uma análise do contrato de concessão nos próximos seis meses para avaliar sua viabilidade econômica.

Impactos e desdobramentos

A aprovação do repasse ocorreu após uma greve dos motoristas de ônibus, iniciada em 24 de maio, devido a atrasos no pagamento de salários. Uma reunião entre o sindicato dos motoristas, o Tribunal Regional do Trabalho e o Consórcio Pró-Urbano, prevista inicialmente para ontem, foi adiada para a próxima terça-feira devido à votação na Câmara. A paralisação do transporte público, em vigor desde quinta-feira passada até domingo, também impactou a população. A votação em si foi polêmica, ocorrendo em meio a debates sobre a urgência do projeto e a falta de tempo para análise detalhada da proposta pelos vereadores.

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