Prefeitos se reuniram com o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para definir as estratégias de imunização
Um dos assuntos mais importantes do momento é a chegada da vacina contra o novo coronavírus no Brasil. Duas vacinas já tiveram seus pedidos de uso emergencial apresentados à Anvisa: a Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac) e a da AstraZeneca (Fiocruz).
Vacinação Iminente?
As análises da Anvisa seguem em andamento, e a expectativa é que haja uma definição sobre a liberação de pelo menos uma das vacinas nos próximos dias. Após uma reunião entre prefeitos e o Ministério da Saúde, o ministro Eduardo Pazuello projetou o início da vacinação nacional para a quarta-feira, 20 de janeiro, cinco dias antes do anunciado pelo governador de São Paulo, João Doria. Para que essa previsão se concretize, é necessária a aprovação da Anvisa.
Logística e Planejamento
O Ministério da Saúde prevê a disponibilização de 8 milhões de doses em janeiro, 30 milhões em fevereiro e 80 milhões em abril, priorizando profissionais de saúde e idosos. Apesar da produção da Coronavac em São Paulo e da vacina da AstraZeneca no Rio de Janeiro, o governo federal planeja uma distribuição igualitária entre os estados. A reunião também abordou a possibilidade de incluir professores, moradores de instituições de longa permanência e indígenas nos grupos prioritários da primeira fase de vacinação.
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Próximos Passos e Considerações
Embora a notícia da vacinação iminente traga esperança, a liberação da Anvisa e a chegada das doses são etapas cruciais. Mesmo com o avanço da vacinação, medidas como o uso de máscaras, o distanciamento social e a higiene das mãos devem ser mantidas para evitar o contágio. A eficácia da vacinação depende da cooperação de todos, e a confiança nos profissionais de saúde e pesquisadores é fundamental neste momento.



