Empresário do setor aponta que medida pode garantir oportunidade para que pessoas que não tinham condições passem a investir
O programa Minha Casa, Minha Vida passou por mudanças significativas, com destaque para a inclusão da faixa 4, destinada a famílias com renda mensal entre R$ 8.600 e R$ 12.000.
Novas Faixas de Financiamento
A principal novidade é a criação da faixa 4, permitindo o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil com taxas de juros de 10% ao ano, abaixo das taxas de mercado. As famílias dessa faixa não recebem subsídio do governo, arcando com o valor integral do imóvel. As faixas 1, 2 e 3 também sofreram ajustes, com aumento nos limites de renda familiar.
Impacto no Mercado Imobiliário
Para o setor da construção civil, as mudanças representam um impacto imediato e positivo. A ampliação do acesso ao crédito, com juros menores, estimula a compra de imóveis disponíveis e incentiva o desenvolvimento de novos projetos, principalmente em cidades menores. A expansão da faixa de financiamento para a classe média abre um novo horizonte para o mercado, que estava prejudicado pela inflação e pelas altas taxas de juros.
Leia também
Ajustes para Cidades Menores
Em cidades com menos de 100 mil habitantes, o programa Minha Casa, Minha Vida também sofreu ajustes no valor máximo dos imóveis financiados. Os novos limites variam entre R$ 210 mil e R$ 230 mil, um aumento de 11% a 16% em relação aos valores anteriores. Essa alteração corrige uma defasagem, permitindo que os custos de construção sejam considerados, e abre novas oportunidades para incorporadoras lançarem projetos nessas regiões.
As mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida ampliam o acesso à moradia para famílias de diferentes perfis, impulsionando o mercado imobiliário e fomentando o desenvolvimento urbano, principalmente em cidades menores. Para mais informações e para garantir a segurança em suas transações, consulte fontes confiáveis como o site do gov.br.



