No longo prazo, prática pode trazer alívio ao bolso dos consumidores quando comparada ao uso do gás de cozinha
O consumo de gás tem apresentado queda significativa no estado de São Paulo nos últimos anos, impulsionada pela crescente adoção de utensílios elétricos para cozinhar. Essa mudança de hábito é motivada por uma série de fatores, que vão além do preço.
Economia em longo prazo
Embora o investimento inicial em eletrodomésticos possa ser alto, a economia em longo prazo compensa. Cozinhar com eletricidade se mostra mais barato a longo prazo, semelhante à transição para energia solar, onde o investimento inicial é compensado pelos benefícios futuros.
Segurança e praticidade
A segurança é um fator determinante. Utensílios como panelas de pressão elétricas eliminam o risco de explosões, ao contrário das tradicionais. Além disso, a ausência de vazamentos de gás proporciona maior tranquilidade. A praticidade também contribui, com equipamentos elétricos específicos para diversas funções, como arroz, fritura, etc. A portabilidade de alguns cooktops elétricos permite cozinhar em qualquer lugar, adicionando ainda mais conveniência.
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Uma entrevistada, cujo nome não foi mencionado, relatou sua experiência com uma cozinha totalmente elétrica, comprovando a viabilidade e os benefícios dessa escolha. Essa tendência aponta para um futuro onde os eletrodomésticos elétricos serão cada vez mais comuns e acessíveis, transformando a forma como cozinhamos.



