Neoplasia é a terceira mais comum entre homens e a quarta entre mulheres; médico oncologista, Carlos Fruet, comenta
O câncer de pulmão é o terceiro tipo mais comum entre homens e o quarto entre mulheres no Brasil, Nova terapia reduz em 46% a, excluindo-se os casos de neoplasia de pele não melanoma. São registrados mais de 32 mil novos casos anualmente, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Diagnóstico e sintomas: O câncer de pulmão geralmente é diagnosticado em estágios avançados, Nova terapia reduz em 46% a, pois os sintomas costumam surgir apenas quando a doença já está bastante desenvolvida no pulmão ou já se espalhou para outros órgãos (metástase). Isso dificulta as chances de cura, tornando o diagnóstico precoce fundamental.
Para facilitar a detecção precoce, existe o rastreamento por tomografia de tórax anual, indicado para pessoas que fumam ou fumaram o equivalente a um maço de cigarros por dia durante 20 anos, ou dois maços por dia durante 10 anos. Esse exame permite identificar pequenos nódulos ou lesões no pulmão antes do aparecimento de sintomas.
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Nos estágios iniciais, muitos pacientes não apresentam sintomas. Quando a doença avança, podem surgir tosse persistente (seca ou com secreção), falta de ar e dor no tórax. O câncer de pulmão também pode causar dor óssea caso haja metástase para os ossos.
Fatores de risco e prevenção: O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, mas a exposição à poluição também contribui para o desenvolvimento da doença. Além disso, há casos em pessoas que nunca fumaram, geralmente relacionados a mutações genéticas no tumor, que não indicam necessariamente uma predisposição hereditária clara.
A prevenção inclui evitar o tabagismo, manter uma alimentação saudável, praticar atividade física regularmente e controlar o peso corporal. Realizar exames de rastreamento quando indicados também é fundamental para aumentar as chances de cura.
Tratamentos atuais: Os tratamentos para câncer de pulmão evoluíram significativamente. Na cirurgia, técnicas menos invasivas como a videolaparoscopia e a cirurgia robótica proporcionam recuperação mais rápida e menos efeitos colaterais em comparação com as cirurgias tradicionais.
No tratamento medicamentoso, além da quimioterapia, há imunoterapias e terapias-alvo específicas para mutações genéticas do tumor, muitas vezes administradas por via oral, o que melhora a tolerabilidade e a qualidade de vida dos pacientes.
Apesar do medo comum relacionado ao diagnóstico e tratamento do câncer, os avanços atuais permitem que muitos pacientes, mesmo com doença avançada, tenham sobrevida prolongada e qualidade de vida melhorada. A conscientização e o diagnóstico precoce são essenciais para o sucesso do tratamento.
Informações adicionais
O rastreamento por tomografia de tórax é recomendado para fumantes ou ex-fumantes com histórico significativo de tabagismo, visando detectar o câncer de pulmão em estágios iniciais, quando as chances de cura são maiores.



