Ouça a coluna ‘CBN Cinema’, com Marcos e André de Castro
A Disney revisitou o clássico animado "A Bela e a Fera" em uma versão com atores reais, 26 anos após o lançamento da animação original. A estreia gerou grande expectativa, com ingressos esgotados em pré-venda.
Uma Nova Perspectiva ou uma Cópia Fiél?
Enquanto alguns elogiaram os efeitos visuais, figurinos e trilha sonora, outros, como o crítico Marcos de Castro, esperavam uma abordagem mais inovadora. Castro destaca que o live-action parece seguir fielmente a animação de 1991, quadro a quadro, em vez de apresentar uma nova interpretação da história. A adição de números musicais longos, embora bem produzidos, também foi apontada como um ponto que poderia ter sido melhor trabalhado.
Pontos Altos e Baixos da Produção
Apesar das críticas à falta de originalidade, a produção recebeu elogios pela fotografia esplendorosa, que recriou com maestria o universo da animação. A atuação de Emma Watson como Bela também foi elogiada, embora alguns tenham sentido falta de mais vivacidade em sua interpretação. A computação gráfica utilizada para transformar o ator na Fera foi considerada genial, embora Castro sugira que a expressão facial do ator poderia ter sido mais explorada.
Leia também
Uma Reimaginação ou Simplesmente uma Reedição?
Em resumo, a versão live-action de "A Bela e a Fera" oferece uma experiência visualmente impressionante, fiel à animação original. Para aqueles que buscam uma nova perspectiva sobre a história, a experiência pode ser menos impactante. A sugestão é ir ao cinema com a expectativa de revisitar um clássico amado, em vez de procurar uma reimaginação radical da narrativa. A magia da Disney permanece presente, mas a inovação fica em segundo plano.



