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Nove de Julho está parada, não estão dando manutenção, diz comerciante sobre situação da avenida

Além das obras de revitalização paralisadas, outros trechos da via sofrem com falta de zeladoria, com buracos e desníveis
manutenção Nove de Julho
Além das obras de revitalização paralisadas, outros trechos da via sofrem com falta de zeladoria, com buracos e desníveis

Além das obras de revitalização paralisadas, outros trechos da via sofrem com falta de zeladoria, com buracos e desníveis

A situação da Avenida Nove de Julho em Ribeirão Preto é crítica, afetando comerciantes e pedestres. O problema não se limita apenas ao trecho em obras, mas se estende por toda a extensão da avenida, principalmente na região central.

Comércio prejudicado

Comerciantes relatam perdas significativas no movimento. Uma vendedora de açaí afirma ter perdido cerca de 60% do movimento, mesmo estando distante da área de revitalização. Outros comerciantes, localizados a três quarteirões da obra, registraram perdas superiores a 70%, atribuindo o prejuízo às péssimas condições da via, com buracos, solo afundado e muitos obstáculos. O delivery se tornou fundamental para a sobrevivência de muitos negócios.

Infraestrutura precária

A reportagem destaca a precariedade da Avenida Nove de Julho, com buracos enormes, paralelepípedos soltos e o solo afundado em vários pontos. Os cruzamentos com as avenidas Floriana Peixoto e Marechal Deodoro são considerados críticos. A falta de manutenção e os constantes acidentes preocupam moradores e comerciantes. A situação afeta também o transporte público, com ônibus balançando excessivamente devido às irregularidades do asfalto, colocando em risco passageiros, principalmente idosos.

Obras e futuro incerto

A prefeitura rescindiu o contrato com a construtora responsável pela revitalização e busca uma nova empresa para concluir a obra. A demora na retomada das obras e a falta de manutenção nos trechos sem intervenção geram incerteza e preocupação. A possibilidade de uma nova licitação pode atrasar ainda mais o processo, deixando a população em situação de risco e os comerciantes com o futuro incerto. Há um apelo pela agilização das obras e por uma campanha para atrair novamente clientes para o comércio local.

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