A resenha quem traz é o crítico André de Castro na coluna ‘Cinema’
Em meio à potência da Disney nos últimos anos, Jungle Cruise surge como uma tentativa de criar uma nova saga de aventura, após o declínio de Piratas do Caribe. Baseado em uma atração dos parques da Disney, o filme aposta em uma fórmula clássica de mocinho e mocinha, resgatando o clima divertido dos filmes de aventura da década de 80.
Estrelas e Aventura na Amazônia
Com Dwayne “The Rock” Johnson e Emily Blunt nos papéis principais, Jungle Cruise traz uma aventura na Floresta Amazônica brasileira. A trama acompanha a jornada da Dra. Lily Houghton (Blunt) e do capitão Frank Wolff (Johnson), em busca de uma árvore lendária com poderes medicinais. A ação, comédia e a química entre os atores são destaques, prometendo diversão para toda a família. O filme também apresenta um personagem assumidamente gay, representando um avanço em relação a produções anteriores da Disney.
Polêmica e Divertimento
Embora o filme traga diversão e aventura, alguns pontos podem gerar debate. A representação da Amazônia e do Brasil, com piadas e estereótipos, pode incomodar alguns espectadores. No entanto, se o foco for a diversão, a trama consegue entregar boas risadas e momentos de suspense. A ação é bem produzida e o roteiro equilibrado, apesar de alguns considerarem o final um tanto previsível.
Leia também
Jungle Cruise é uma opção de entretenimento familiar, com uma pegada nostálgica que remete aos clássicos filmes de aventura. Com um orçamento de 200 milhões de dólares, o filme aposta em um sucesso de bilheteria e promete se tornar uma nova franquia de sucesso para a Disney, oferecendo ação, comédia e um toque de aventura em uma jornada inesquecível pela Amazônia.



