Para André Fufuca (PP), “eSports são esportes e pasta terá diretoria voltada ao setor”; fique por dentro no ‘Good Game CBN’
O cenário político brasileiro impactou diretamente o futuro dos esportes eletrônicos no país com a recente troca no Ministério do Esporte. A saída de Ana Moser e a chegada de André Fufuca acendem um debate sobre o reconhecimento legal e o apoio governamental a essa modalidade.
Reconhecimento do Esporte Eletrônico no Brasil: Uma Trajetória Conturbada
Desde 2015, o Ministério do Esporte discute a classificação dos esportes eletrônicos. Um parecer de 2015 estabeleceu que a definição de “esporte” depende da autopercepção do praticante, gerando incertezas no mercado. Em 2017, o Conselho Nacional do Esporte (CNE) reforçou essa ideia, afirmando que a autodeterminação é o critério principal para o reconhecimento de uma atividade como esporte.
A polêmica declaração de Ana Moser e a nova postura do Ministério
A ex-ministra Ana Moser gerou controvérsia ao comparar atletas de e-sports com artistas, questionando seu reconhecimento como atletas. Suas declarações causaram indignação na comunidade de e-sports. Por outro lado, o novo ministro, André Fufuca, já declarou publicamente o reconhecimento dos e-sports como esporte e anunciou a criação de uma diretoria específica para a área dentro do Ministério.
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E-sports: rumo a um futuro promissor?
Com a mudança de comando no Ministério do Esporte, o cenário para os esportes eletrônicos se mostra promissor. A criação de uma diretoria dedicada e a declaração oficial de reconhecimento como esporte abrem caminho para políticas públicas direcionadas ao setor, impulsionando seu desenvolvimento e profissionalização no Brasil. Acompanharemos os próximos passos e decisões do Ministério para entender o impacto dessas mudanças na comunidade de e-sports.



