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Novo prédio da Cetrem ainda não tem data para ser entregue

Prazo se encerrava em 2015, mas não foi cumprido pela Prefeitura de Ribeirão Preto, que não dá nova data para a inauguração
Novo prédio Cetrem
Prazo se encerrava em 2015, mas não foi cumprido pela Prefeitura de Ribeirão Preto, que não dá nova data para a inauguração

Prazo se encerrava em 2015, mas não foi cumprido pela Prefeitura de Ribeirão Preto, que não dá nova data para a inauguração

A transferência do Centro de Triagem do Migrante (Cetrem) de Ribeirão Preto, dos Campos Elíseos para o Jardim Salgado Filho, enfrenta novos atrasos. O prazo inicial, previsto para o final de dezembro do ano passado, não foi cumprido, e a data limite de 30 de abril também não se concretizou. A prefeitura não detalhou os motivos para a demora, gerando incerteza sobre a conclusão da mudança.

Divergências Contratuais e Novos Prazos

Segundo Israel Marquiori Jr., coordenador da Secretaria responsável pela assistência social, a demora se deve a divergências no contrato com a construtora responsável pela reforma do novo prédio. A empresa alegou atraso na entrega, adiando a previsão para o final de maio. No entanto, a construtora solicitou uma prorrogação de 60 dias, jogando a conclusão para o segundo semestre. A prefeitura confirmou a nova data de entrega para junho, sem especificar o dia.

Aumento da Demanda e Condições Precárias

Enquanto a mudança não se concretiza, o Cetrem enfrenta um aumento de 20% nos atendimentos devido à chegada do frio. O prédio atual, localizado na Rua Pernambuco, nos Campos Elíseos, tem capacidade para 150 pessoas e opera próximo da lotação máxima em dias frios. A estrutura, com 25 anos, apresenta problemas elétricos e hidráulicos, além de gerar reclamações dos moradores da região.

Novo Local e Melhores Condições

Apesar dos transtornos causados pelos atrasos, o novo prédio do Cetrem promete oferecer melhores condições de atendimento. O espaço será dividido em alas para indivíduos, casais, homens, mulheres e famílias, com capacidade para receber até 50 pessoas por setor, totalizando 150 atendidos. Segundo Marquiori Jr., o novo local é ideal por não estar em área residencial, e a estrutura predial é superior à atual.

A expectativa é de que a nova estrutura proporcione um ambiente mais adequado para o atendimento aos migrantes, minimizando os impactos negativos na vizinhança.

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