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Novo prédio da Receita Federal pode ter criadouros do Aedes Aegypti

Comerciantes vizinhos relatam aumento do número de funcionários com dengue; Receita Federal nega focos do mosquito
Receita Federal Aedes Aegypti
Comerciantes vizinhos relatam aumento do número de funcionários com dengue; Receita Federal nega focos do mosquito

Comerciantes vizinhos relatam aumento do número de funcionários com dengue; Receita Federal nega focos do mosquito

A construção paralisada do novo prédio da Receita Federal em Ribeirão Preto, localizada no Jardim Macedo, zona leste da cidade, tem gerado preocupação entre moradores e empresários da região. O terreno, que ocupa um quarteirão entre a Avenida Francisco Junqueira e as ruas Acira, Regina e Daniel Kujalski, transformou-se em um ponto de acúmulo de água da chuva, levantando sérias questões sobre a proliferação de mosquitos da dengue.

Indignação e Preocupação da Comunidade

Moradores e empresários próximos à obra expressam indignação com a situação. Carlos Aparecido de Souza, um empresário local, relatou a presença de água acumulada, baldes abandonados e latas de tinta no local, criando potenciais focos de dengue. A preocupação é intensificada pelo aumento de casos da doença na região, com relatos de funcionários afastados do trabalho devido à dengue. Uma funcionária relatou estar se sentindo mal e com suspeita de dengue, atribuindo a possível contaminação à proximidade com o terreno.

Impacto na Saúde e no Trabalho

O auxiliar fiscal Daniel Henrique Freitas da Silva confirmou o surto de dengue na empresa onde trabalha, com quase todos os funcionários infectados. Ele acredita que o acúmulo de água no terreno da Receita Federal contribui significativamente para a proliferação do mosquito transmissor. A presença de materiais de construção que acumulam água e a falta de manutenção do terreno também são apontados como fatores agravantes.

Resposta da Receita Federal

A Receita Federal, por meio do delegado adjunto Armando Vicente Medeiros Borges, garantiu que não há focos do mosquito transmissor no local. Segundo ele, uma bomba está constantemente drenando a água acumulada da chuva. A Receita também apresentou um laudo da vigilância epidemiológica que, segundo eles, confirma a ausência de focos. Borges explicou que, em dias de chuva intensa, pode levar algum tempo para a bomba drenar toda a água, mas que o sistema está em funcionamento contínuo.

A situação permanece sob atenção, com a comunidade local buscando soluções para evitar maiores problemas de saúde pública.

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