Vítimas em 2016 foram quatro vezes menor que em 2015
Em 2016, Ribeirão Preto registrou um número significativamente menor de afogamentos em comparação com o ano anterior. Foram 12 casos, resultando em 10 mortes e 2 internações, enquanto em 2015 foram registrados 37 afogamentos.
Prevenção de Acidentes
Apesar da redução, a prevenção continua sendo crucial. O tenente Michel Monhoi, do Corpo de Bombeiros, destaca a importância de cuidados básicos ao entrar na água. Ele ressalta a necessidade do uso correto de coletes salva-vidas em embarcações, respeitando a capacidade da embarcação e a habilitação do condutor. Além disso, alerta para os riscos do consumo de álcool antes de entrar na água, recomendando evitar o contato com água após as refeições. Em caso de afogamento, a recomendação é usar objetos como paus ou cordas para auxiliar a vítima, evitando contato direto para prevenir uma segunda vítima.
Os Perigos Ocultos dos Rios e a Importância da Supervisão
O tenente Monhoi chama atenção para os perigos ocultos de rios e corredeiras, onde a falta de visibilidade pode esconder buracos, rochas e fortes correntezas, surpreendendo os banhistas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o Brasil como o terceiro país com maior número de afogamentos no mundo, reforçando a necessidade de atenção, principalmente com crianças. Boias e similares não substituem coletes salva-vidas, que devem ser usados corretamente em embarcações.
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Números e Reflexões
Em São Paulo, houve uma redução significativa de afogamentos (quase 50%) e mortes (quase 80%), porém, o número de internações aumentou (113 em 2016 contra 73 em 2015). A falta de barreiras de proteção e socorristas em locais como lagos e represas também é uma preocupação.



