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Número de armas e explosivos ilegais diminui no Brasil

Após um ano de aumento da fiscalização do Exército, quantidade caiu pela metade
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Após um ano de aumento da fiscalização do Exército, quantidade caiu pela metade

Após um ano de aumento da fiscalização do Exército, quantidade caiu pela metade

Fiscalização e queda nos crimes com explosivos

O Exército Brasileiro intensificou as fiscalizações para combater o uso de explosivos e armas de uso restrito, obtendo resultados positivos. Em 2016, houve uma redução de 50% nas ocorrências desse tipo em comparação com 2015. Segundo o General Ivan Ferreira Neva Filho, o aumento da fiscalização tem sido crucial para evitar o desvio de explosivos e diminuir o risco de que caiam em mãos criminosas. Apesar de alguns crimes recentes, a tendência é de queda contínua em 2017, com a meta de zerar essas ocorrências.

Combate ao tráfico de armas

Um desafio persistente é o combate ao tráfico de armas de uso restrito. O General Neva Filho afirma que o Exército está ampliando as medidas de monitoramento desses armamentos, buscando identificar a origem dos desvios. Para aprimorar o rastreamento, será lançado em breve o Sistema Nacional de Rastreamento e Produção Controlada, que envolverá a marcação do material, maior divulgação de informações e incremento na capacidade de rastrear a origem dos produtos.

Monitoramento de fronteiras

O General reconhece a dificuldade de monitorar a entrada de armas no país devido à extensa fronteira brasileira. Apesar desse desafio, as ações do Exército demonstram um compromisso contínuo na luta contra o crime envolvendo explosivos e armas de uso restrito, buscando soluções inovadoras para garantir a segurança nacional.

O trabalho conjunto de fiscalização e monitoramento, aliado à implementação de novas tecnologias, demonstram o empenho das forças armadas em reduzir significativamente a utilização de explosivos e armas ilegais no Brasil. A expectativa é de que os resultados positivos continuem nos próximos anos.

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