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Número de empregos formais criados em Ribeirão foi 17,34% menor em 2022 em relação ao ano anterior

Foram 2.463 postos a menos entre um ano e outro; das principais cidades da região, apenas Barretos teve saldo positivo
empregos formais Ribeirão Preto
Foram 2.463 postos a menos entre um ano e outro; das principais cidades da região, apenas Barretos teve saldo positivo

Foram 2.463 postos a menos entre um ano e outro; das principais cidades da região, apenas Barretos teve saldo positivo

O ano de 2022 apresentou resultados mistos na geração de empregos formais em algumas cidades da região. Enquanto algumas registraram quedas significativas, outras surpreenderam com crescimento. Vamos analisar os dados:

Iberá e Franca: Quedas Significativas

Iberá registrou 11.740 vagas formais em 2022, uma queda de 17,34% em relação às 14.203 vagas de 2021. Os setores de serviços (7.500 vagas), comércio (2.928 vagas) e indústria (1.385 vagas) foram os destaques positivos, enquanto a construção civil fechou 74 postos de trabalho. Em Franca, a situação foi ainda mais crítica, com uma queda de 38,31%, passando de 8.488 vagas em 2021 para 5.236 em 2022. O setor de serviços liderou com 3.269 vagas, seguido pela indústria (1.400 vagas), comércio (717 vagas) e construção civil (282 vagas). A agropecuária fechou 36 postos.

Certozinho e Barretos: Cenários Contrastantes

Certozinho apresentou uma queda mais moderada de 3,67%, com 2.644 vagas em 2022 contra 2.745 em 2021. Os setores de serviços (1.109 vagas), indústria (1.062 vagas), comércio (253 vagas) e agropecuária (226 vagas) contribuíram positivamente, enquanto a construção civil fechou 6 postos. Já Barretos teve um crescimento expressivo de 110,43%, saltando de 1.054 vagas em 2021 para 2.218 em 2022. Todos os setores apresentaram resultados positivos, com destaque para os serviços (1.552 vagas).

Análise e Perspectivas

Segundo o economista Edgar Montfort, a pandemia e os resultados negativos da construção civil impactaram a geração de empregos em diversas cidades. A construção civil, um dos maiores empregadores da região, sofreu com o reflexo da pandemia em 2021, afetando os resultados de 2022. No entanto, há indícios de recuperação, principalmente no setor de construção civil, impulsionada pela retomada das vendas, especialmente de imóveis populares. O desempenho da indústria, particularmente a sucroalcooleira, foi crucial para o resultado positivo de Sertãozinho. Para 2023, as perspectivas são otimistas, com expectativa de aumento na geração de empregos, principalmente na construção civil.

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