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Número de pessoas que consome vídeos no celular aumenta 20% no Brasil

E na hora de produzir conteúdo, o que é melhor, na horizontal ou vertical? Ouça o 'Mundo Digital' com Eduardo Soares
Número de pessoas que consome vídeos
E na hora de produzir conteúdo, o que é melhor, na horizontal ou vertical? Ouça o 'Mundo Digital' com Eduardo Soares

E na hora de produzir conteúdo, o que é melhor, na horizontal ou vertical? Ouça o ‘Mundo Digital’ com Eduardo Soares

O consumo de vídeos pelo celular segue em alta no Brasil, impulsionado por mudanças de hábito e pela adaptação das plataformas digitais. Segundo pesquisa recente, o volume de visualizações em dispositivos móveis cresceu mais de 20% em relação ao ano passado, cenário que redes sociais e serviços de streaming procuram acompanhar.

Consumo em ascensão e hábitos do público

O brasileiro já figura entre os maiores consumidores de vídeo online no mundo. A média nacional de uso é de 133 minutos mensais assistindo vídeos pelo celular, um comportamento que se consolidou especialmente entre os jovens. Dados das próprias plataformas reforçam a tendência: o TikTok, por exemplo, acumulou cerca de 16 bilhões de visualizações no ano passado, número que reflete a popularidade dos formatos curtos e verticais.

Formatos em disputa e adaptação das plataformas

As empresas de tecnologia respondem reformulando players e recursos. Enquanto o YouTube, tradicionalmente associado ao vídeo em horizontal, testa formatos verticais como os Shorts, o TikTok experimenta conteúdos mais longos. Instagram e Facebook também ajustam suas interfaces — o Instagram aposta em recursos que conectam usuários por meio de playlists compartilhadas, e o Facebook padroniza o consumo vertical ao mesmo tempo em que melhora opções de tela cheia para quem prefere assistir na horizontal.

Impacto para criadores e marcas

Para produtores de conteúdo e profissionais de marketing, a migração para o vídeo móvel abre oportunidades e desafios. A atenção do público e a diversidade de formatos exigem criatividade e adaptação: conteúdos precisam ser pensados para diferentes orientações de tela e para formatos curtos ou longos. Além disso, o perfil colaborativo da internet faz com que boa parte do conteúdo seja criado pelos próprios usuários, ampliando o alcance orgânico e as possibilidades de engajamento.

Especialistas apontam que a tendência aponta para um cenário em que cada vez mais espaço será dedicado ao vídeo nas redes sociais e plataformas de streaming, e que a capacidade de inovar na forma e no formato será decisiva para marcas e criadores que queiram se destacar.

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