Produção no Banco Central é menor, com 124,8 milhões de cédulas em circulação; motivo também é o frequente uso de cartões
A nota de R$ 200, cada vez mais rara no comércio de Ribeirão Preto, tem gerado curiosidade e preocupação entre comerciantes e consumidores.
A raridade da nota de R$ 200
A escassez da nota de R$ 200 é um fato. Comerciantes relatam vê-las com pouca frequência, alguns até mesmo nunca a tendo manuseado. A baixa circulação dessa cédula se deve a diversos fatores, incluindo a quantidade limitada em circulação – apenas R$ 124.800.000,00, em comparação com quase R$ 1.800.000.000,00 da nota de R$ 100.
O impacto do crédito e do Pix
A crescente utilização de cartões de crédito e débito, aliada à popularidade do Pix, contribui significativamente para a menor circulação de dinheiro em espécie. As vendas em dinheiro vivo representam apenas cerca de 30% do total, reduzindo ainda mais a probabilidade de se deparar com a nota de R$ 200.
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Preocupação com notas falsas
A raridade da nota de R$ 200 também acarreta preocupação com a possibilidade de receber cédulas falsas. Comerciantes relatam redobrar a atenção ao receber essa nota, verificando cuidadosamente sua autenticidade. A dificuldade em encontrar a nota no dia a dia, aliada ao seu alto valor, torna a verificação ainda mais importante.
Em resumo, a combinação de baixa emissão, aumento do uso de meios de pagamento digitais e o medo de notas falsas contribuem para a percepção generalizada da raridade da nota de R$ 200 no cotidiano dos brasileiros. Apesar de seu valor, o seu poder de compra é afetado pela inflação, tornando-a menos útil para grandes compras no cenário atual.



