Conhecido como ‘Alzheimer de cachorro’, essa condição é mais comum em cães mais velhos; Gelson Genaro explica no ‘CBN Pet News’
A síndrome da disfunção cognitiva canina, tema abordado por Jelson Genaro no programa Pet News, é uma doença que afeta cães idosos e tem se tornado cada vez mais comum. Semelhante ao Alzheimer em humanos, é um processo crônico e progressivo que impacta o sistema nervoso do animal.
Sintomas da Disfunção Cognitiva Canina
Os sintomas iniciais podem ser sutis, como desatenção, confusão espacial (o cão se perde em casa) ou mudanças no padrão de latidos. Com o tempo, esses sintomas se agravam, afetando o sono, a micção, a alimentação e o reconhecimento de pessoas conhecidas. É importante diferenciar esses sintomas de outras condições comuns em cães idosos, como catarata.
Diagnóstico e Fatores de Risco
Não existe um exame específico para diagnosticar a disfunção cognitiva canina. O diagnóstico é feito com base na observação dos sintomas e no histórico do animal. A idade do cão é um fator crucial: cães pequenos podem começar a apresentar sintomas a partir dos 9 ou 10 anos, enquanto cães grandes podem demonstrá-los já aos 5 ou 6 anos. A qualidade de vida do animal também influencia: cães que tiveram uma vida mais confortável, com boa alimentação e abrigo, tendem a desenvolver a doença mais tardiamente. Outras doenças pré-existentes também podem agravar a situação.
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Considerações Finais
A disfunção cognitiva canina é uma realidade que exige atenção dos tutores. Observar atentamente o comportamento do animal idoso e procurar um veterinário regularmente são essenciais para um diagnóstico precoce e para garantir a melhor qualidade de vida possível ao cão, mesmo com a doença. A prevenção, através de cuidados com a saúde e bem-estar do animal ao longo de sua vida, desempenha um papel fundamental.