Quem faz a análise do longa dirigido por Wes Craven é o crítico Marcos de Castro na coluna ‘Cinema’
Pânico 6: Uma Nova Geração de Terror
O sexto filme da franquia Pânico chega aos cinemas com a missão de reinventar a fórmula clássica, após o sucesso do quinto longa em 2022. Sem Neve Campbell como Sidney Prescott, a franquia aposta em Sam e Tara Carpenter, interpretadas por Melissa Barrera e Jenna Ortega, respectivamente, como as novas protagonistas.
Mudanças e Desafios
A ausência de Sidney, Gale e Dewey, personagens icônicos da saga, representa um grande desafio para Pânico 6. A trama se passa em Nova York, abandonando a pequena cidade de Woodsboro, e o Ghostface se mostra mais brutal e violento do que nunca, com um número de mortes dobrado em comparação ao filme anterior. A mudança de cenário e o aumento da violência refletem em uma classificação indicativa para maiores de 18 anos.
Sucesso e Crítica
Apesar do roteiro ser considerado sofrível por alguns críticos, as cenas de perseguição e a atuação das protagonistas são elogiadas. A identidade do Ghostface é revelada de forma estratégica, criando suspense e mantendo o público engajado até o final. A ausência da clássica pergunta sobre filmes de terror do assassino é notada, mas a nova motivação do Ghostface contribui para uma experiência diferente, embora mantendo a essência da franquia.
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Pânico 6 se apresenta como uma tentativa ousada de revitalizar a franquia, apostando em novos personagens e um cenário diferente. Embora a ausência de rostos familiares seja sentida, o filme consegue entregar sustos e momentos de tensão, garantindo entretenimento para os fãs e abrindo caminho para possíveis sequências.



