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Obras em via do Ribeirão Verde voltam parcialmente após notificação da Prefeitura

Empresa responsável pela duplicação da Avenida Antônia Mugnatto Marincek atribui atrasos a desapropriações que não foram feitas
Obras Ribeirão Verde
Empresa responsável pela duplicação da Avenida Antônia Mugnatto Marincek atribui atrasos a desapropriações que não foram feitas

Empresa responsável pela duplicação da Avenida Antônia Mugnatto Marincek atribui atrasos a desapropriações que não foram feitas

A duplicação da Avenida Antônio Mugnato Marinsek, em Ribeirão Preto, enfrenta novos impasses. A prefeitura notificou a construtora Prime, dando 48 horas para a retomada das obras sob pena de rescisão contratual. No entanto, moradores relatam paralisação total das atividades.

Obras Paralisadas e Divergências

Apesar da notificação da prefeitura, relatos de moradores como Ivan apontam para a inércia da construtora. A justificativa da Prime, segundo seu diretor Wagner Bonini, é a pavimentação de um trecho em frente a um condomínio, com previsão de conclusão em 20 dias. Bonini afirma cumprir o contrato, atribuindo os atrasos a questões de desapropriação e à necessidade de mudança de postes de energia, responsabilidades da prefeitura.

Desapropriações e Licenciamentos

A Secretaria de Infraestrutura, por sua vez, contesta a versão da Prime, afirmando que a vistoria constatou o não cumprimento do acordo. O secretário Pedro Luiz Pegoraro garante a conclusão das desapropriações até o final de maio, etapa crucial para o avanço das obras. A Comissão Especial de Estudos também esteve no local e observou apenas dois caminhões trabalhando. A divergência de informações gera incerteza sobre o real andamento da obra.

Transtornos para a População

A Avenida Antônio Mugnato Marinsek é a única via de acesso ao complexo Ribeirão Verde, e a demora na duplicação causa transtornos significativos aos moradores. Apenas 1,5 km dos 5 km previstos foram duplicados desde o início das obras em junho de 2022, com prazo de conclusão previsto para junho de 2024. A falta de clareza sobre os responsáveis pelos atrasos e a falta de transparência geram insatisfação e cobranças por parte da população e dos representantes políticos, como o vereador Elisão Rocha, que classifica a situação como absurda.

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