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Obras no Terminal Rodoviário de Serrana se arrastam há quatro anos

Moradores cobram providência e Prefeitura coloca culpa no Governo Federal
Terminal Rodoviário de Serrana
Moradores cobram providência e Prefeitura coloca culpa no Governo Federal

Moradores cobram providência e Prefeitura coloca culpa no Governo Federal

A novela da rodoviária de Serrana se arrasta há anos, frustrando moradores e usuários do transporte público. Promessas de conclusão foram feitas e não cumpridas, e a população local sente o impacto do atraso.

A Promessa Não Cumprida

Em julho do ano passado, o então secretário de infraestrutura da cidade, Odacir Cesario da Silva, garantiu que em dez meses a obra estaria finalizada. Na época, o secretário assegurou que a prefeitura havia renegociado valores com a Caixa Econômica Federal e que havia verba suficiente para a conclusão. Uma empresa de Ribeirão Preto venceu a licitação, e a prefeitura se mostrava confiante no cumprimento do prazo. No entanto, a promessa não se concretizou.

O Descontentamento da População

O aposentado A. Melho Santos expressa a insatisfação geral: “Eu vou gostar quando vai pronta. Quando tiver desse jeito aí, não gosto não. Não agrada ninguém.” Moradores relatam o aspecto de abandono da rodoviária e a lentidão das obras. Robson Fernandes, desempregado, comenta que pouco foi feito desde o ano passado, com apenas alguns trabalhos superficiais realizados. A placa no local indicava março como data de conclusão, mas a reforma se arrasta desde 2011, com um investimento de R$ 2,6 milhões.

O Impacto no Dia a Dia

Enquanto a rodoviária não fica pronta, quem precisa do transporte público sofre as consequências. Um ponto de ônibus improvisado em uma praça em frente ao terminal em obras serve como rodoviária improvisada. Valdinem Medeoto, operador de máquinas, relata as dificuldades: “A gente fica aí improvisando aqui nesse ponto aqui. Quando chove, é chove, sol demais, muito ruim.”

A prefeitura de Serrana, em nota, alega que o andamento da obra depende da liberação de recursos pela Caixa Econômica Federal. A administração municipal afirma que a obra não está parada, mas segue no ritmo da liberação do dinheiro, atribuindo à Caixa a responsabilidade pelo atraso.

A situação continua a impactar a vida dos cidadãos que dependem do transporte público, enquanto aguardam a finalização da rodoviária.

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