Entre as oitivas mais esperadas estão a da mãe de Guilherme, Augusta Longo, e do delegado Paulo Henrique Martins Castro
O terceiro dia do julgamento do caso Joaquim, ocorrido nesta quarta-feira, no Fórum de Ribeirão Preto, contou com a previsão de depoimentos de oito testemunhas e informantes da defesa. O júri foi retomado às 10h da manhã.
Testemunhas Ovidas
Entre as testemunhas ouvidas, estavam Leandro de Paula Almeida (vizinho da família), José da Fonseca (dono de uma imobiliária que empregou Guilherme Longo), Gustavo Bianchini (amigo de Guilherme Longo), Augusta Longo (mãe de Guilherme Longo), e o delegado Paulo Henrique Martins Castro, responsável pelas investigações em 2013. Além dessas, três depoimentos foram prestados por videoconferência. As expectativas giravam em torno do depoimento do delegado, que participou ativamente da investigação e reconstituição do crime.
Pontos Chave dos Depoimentos
Antônio Carlos Oliveira, advogado de defesa, destacou a importância dos depoimentos para esclarecer pontos controversos, como a eficácia do trabalho do cão farejador na identificação do percurso feito por Guilherme Longo. Ele questionou a validade da principal prova do Ministério Público, alegando falhas na investigação e parcialidade da autoridade policial. O advogado também enfatizou a necessidade de o delegado apresentar informações objetivas, sem emitir juízos de valor.
O depoimento da irmã de Guilherme Longo não ocorreu, uma vez que ela optou por não testemunhar. Até o final da semana, estão previstos os depoimentos de mais 33 pessoas, incluindo o interrogatório de Natália Ponte e Guilherme Longo, previsto para sábado. Devido ao sigilo judicial, a imprensa acompanha o julgamento de fora do fórum, coletando informações com as testemunhas ao entrar e sair do local.



