Diocésio de Andrade fala dos sintomas e dos métodos de tratamento da doença; ouça a coluna ‘CBN Saúde e Bem-Estar’
Em meio à campanha de prevenção contra o câncer de colo de útero, que se aproxima do fim em janeiro, é importante destacar a gravidade dessa doença, quarta maior causa de morte por câncer entre as mulheres no Brasil, com 16.590 novos casos registrados apenas no ano passado.
O que é o câncer de colo de útero e seus sintomas?
O câncer de colo de útero, muitas vezes associado à infecção pelo HPV, é um carcinoma espinocelular que se desenvolve a partir dessa infecção em 95% dos casos. A prevenção por meio da vacinação contra o HPV é fundamental para diminuir significativamente os casos. Embora o ideal seja a ausência de sintomas, alguns sinais podem indicar a necessidade de consulta médica, como sangramento após a relação sexual, sangramento fora do período menstrual, odor fétido na secreção vaginal e dor durante a relação sexual. Esses sintomas podem sugerir feridas no colo do útero, demandando avaliação ginecológica.
Prevenção e detecção precoce:
Além da vacinação, a prevenção inclui a realização regular do exame papanicolaou. Para mulheres com parceiro sexual estável e dois exames negativos consecutivos, o papanicolaou pode ser feito a cada três anos. Outros fatores de risco incluem tabagismo, múltiplos parceiros sexuais e não uso de preservativos, aumentando a probabilidade de infecção pelo HPV e, consequentemente, o risco de câncer de colo de útero. É importante lembrar que o HPV também está associado a outros tipos de câncer, como o de cavidade oral e orofaringe.
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A prevenção e a detecção precoce são cruciais para o combate ao câncer de colo de útero. A consulta regular ao ginecologista, a vacinação contra o HPV e a realização periódica do exame papanicolaou são medidas eficazes para proteger a saúde feminina. Qualquer dúvida ou sintoma deve ser prontamente avaliado por um especialista.



