Tentativa de assalto ocorreu com armamento pesado, em 9 de setembro; ação ocorre em 17 cidades, na região e outras localidades
A operação Carcará 2, deflagrada pelo Gaeco, Polícia Militar e Polícia Federal, resultou em um grande trabalho policial em várias cidades de São Paulo. A força-tarefa visa desarticular uma quadrilha envolvida na explosão de um carro forte na Rodovia Cândido Portinari, em Restinga, e em troca de tiros com a polícia na Rodovia Joaquim Ferreira, entre Cajuru e Aoutinópolis, que culminou na morte do Cabo Márcio (conhecido como Carcará).
Mandados e Prisões
Até o momento, foram cumpridos mandados de prisão temporária em São Paulo, Santa Bárbara do Oeste, Santo André, Ribeirão Preto, Serra Azul, Moji Mirim, Guarulhos, Valinhos e Franca. Ao todo, são 15 mandados de prisão temporária e 48 mandados de busca e apreensão em 17 cidades. A operação conta com 33 delegados, 163 agentes da Polícia Civil, 200 policiais militares, promotores e servidores do Ministério Público, além de 102 viaturas e duas aeronaves.
Investigação e Crimes
A investigação teve início após uma série de crimes graves, incluindo o ataque ao carro forte em 9 de setembro na Rodovia Cândido Portinari. O grupo criminoso usou fuzis, veículos blindados e coletes à prova de bala. Apesar da explosão do carro forte, o dinheiro foi queimado, e não houve roubo. Houve confrontos entre o grupo e policiais, resultando em feridos. Em 11 de setembro, houve outro confronto em Cajuru, com a morte de três criminosos e do Cabo Márcio. Investigações posteriores levaram à prisão de outros envolvidos, incluindo um indivíduo preso em outubro que estava foragido desde 2009 por envolvimento na morte de dois policiais militares.
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A operação Carcará 2 também resultou no bloqueio de bens, imóveis e veículos dos investigados. As autoridades devem realizar uma coletiva de imprensa para dar mais detalhes sobre a operação. A investigação continua em andamento.



