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Operação contra o tráfico e lavagem de dinheiro de facção investiga empresa em Ribeirão Preto

Ação deflagrada nesta quarta (27), em sete estados brasileiro, cumpre 106 mandados de prisão e de busca e apreensão
Operação contra o tráfico e lavagem
Ação deflagrada nesta quarta (27), em sete estados brasileiro, cumpre 106 mandados de prisão e de busca e apreensão

Ação deflagrada nesta quarta (27), em sete estados brasileiro, cumpre 106 mandados de prisão e de busca e apreensão

Uma operação conjunta do Ministério Público de Minas Gerais, Operação contra o tráfico e lavagem, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e das polícias Civil e Militar prendeu 14 pessoas em uma ação contra o crime organizado nesta quarta-feira. A operação ocorreu em municípios de sete estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Foram expedidos 106 mandados de prisão e busca com o objetivo de desarticular um grupo criminoso originário do Rio de Janeiro. Três alvos ainda estão foragidos. Segundo o balanço divulgado, as ordens judiciais de sequestro somam cerca de 345 milhões de reais em contas bancárias, aplicações financeiras, títulos de capitalização, cadernetas de poupança, investimentos, ações e cotas de capital dos investigados.

Os presos foram localizados nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Rio de Janeiro. A Polícia Civil de Minas Gerais informou que a maioria dos detidos estava envolvida em um esquema complexo de lavagem de dinheiro vinculado ao grupo criminoso.

Organização do esquema: O delegado Marcos Vinicius Leite, da Polícia Civil de Minas Gerais, afirmou que as lideranças mineiras estão entre os presos e que a investigação conseguiu delimitar as funções de cada integrante da organização, incluindo tráfico de drogas e lavagem de capitais.

“A investigação delimitou essa participação de cada integrante e tudo isso foi trazido ao poder judiciário e requerida as medidas judiciárias. Já verificamos e sequestramos bens, móveis e imóveis, incluindo veículos. Todos esses valores foram sequestrados pela justiça.”

Assistencialismo social: As forças de segurança mineiras destacaram que o grupo criminoso realizava ações sociais, como fornecimento de internet e ceias natalinas, para manipular a população e obter controle sobre uma grande comunidade da zona oeste de Belo Horizonte.

Continuidade das investigações: As investigações, iniciadas há dois anos, continuam em andamento, e mais envolvidos ainda podem ser presos.

Informações adicionais

Não foram divulgados detalhes sobre a identidade dos presos que seguem foragidos nem sobre o andamento das ações judiciais relacionadas ao caso.

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