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Seis anos após a Operação Cervandija: balanço e reflexões
A Operação Cervandija e seus desdobramentos
Em setembro de 2023, a Operação Cervandija completou seis anos. Iniciada em 2016, a operação resultou em 12 ações na justiça de Ribeirão Preto, com 49 pessoas denunciadas ou investigadas pela Polícia Federal e pelo Gaeco. Até o momento, 6 processos foram julgados em primeira instância, somando mais de 510 anos de condenações. Além disso, foram bloqueados aproximadamente 120 imóveis, 200 veículos e 71 milhões de reais em acordos de colaboração premiada.
Impacto e questionamentos
Apesar do expressivo número de condenações, apenas Sandro Rouvani permanece preso. A legislação brasileira permite que os réus aguardem o julgamento final em liberdade, o que gera questionamentos. Embora o processo judicial possa ser lento, garante o direito à legítima defesa e ao contraditório. A expectativa é que, após a terceira instância, os culpados respondam por seus atos.
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Inclusão e cães de assistência
Paralelamente, tramita na Câmara de Ribeirão Preto um projeto de lei que visa liberar a entrada de cães de assistência para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em locais públicos e no transporte público. A proposta prevê regulamentações específicas para ambientes que exigem maior controle de acesso, como hospitais. Ribeirão Preto já possui regulamentação para a identificação de pessoas com TEA, o que pode facilitar a implementação desta nova medida de inclusão.
A Operação Cervandija demonstra a complexidade do sistema judiciário brasileiro, enquanto o projeto de lei sobre cães de assistência destaca o compromisso com a inclusão social. Ambos os temas merecem acompanhamento contínuo.