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Operação Sevandija pode ter novas prisões a qualquer momento

Promotor disse ao Jornal A Cidade que réus estão sob monitoramento e que novas provas podem surgir
Operação Sevandija
Promotor disse ao Jornal A Cidade que réus estão sob monitoramento e que novas provas podem surgir

Promotor disse ao Jornal A Cidade que réus estão sob monitoramento e que novas provas podem surgir

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) anunciou a possibilidade de novas prisões iminentes, com foco em ex-vereadores investigados pela Operação Sevandíja. Embora os nomes não tenham sido revelados, o promotor Leonardo Romanelli afirmou que a situação de liberdade dos investigados pode mudar a qualquer momento.

Prisões e Investigações em Andamento

A possibilidade de prisões se justifica pela suspeita de ocultação de patrimônio e/ou influência indevida na coleta de provas e depoimentos de testemunhas. Walter Gomes, preso em dezembro de 2023 por obstrução à justiça e tentativa de alienação de bens, serve como exemplo. Em setembro de 2023, durante a deflagração da Sevandíja, a prisão preventiva de Walter Gomes e Cicero Gomes foi solicitada, mas negada pela justiça. O jurista Roberto Ecke destaca a complexidade e a duração esperada do processo, prevendo novas etapas e o envolvimento de mais pessoas.

Monitoramento e Novas Provas

Segundo o promotor do Gaeco, o grupo de ex-vereadores é monitorado constantemente. Novas provas sobre o envolvimento dos nove ex-vereadores em um caso de corrupção entre a Codep e a empresa Atmosfera podem surgir da análise de dados telefônicos e outras provas apreendidas. Roberto Ecke reforça a delicadeza da situação e a necessidade de tempo e trabalho para a conclusão das investigações. Apesar disso, o Gaeco estima a conclusão do processo para o final de 2023.

Conversas Telefônicas e Pagamentos

Após o retorno de Darci Vera à prisão, veio à tona uma conversa telefônica entre a ex-prefeita de Ribeirão Preto e um conselheiro espiritual, Roberto de Ogum (Gurudas), combinando pagamentos de R$ 14 mil mensais para resolver problemas com o ex-marido. O Ministério Público, com base em conversas autorizadas pela justiça, constatou que o valor pago era quase equivalente ao salário de Darci Vera como prefeita (R$ 17.300), chamando a atenção dos investigadores devido à incompatibilidade com sua renda declarada. A advogada de Darci Vera se recusou a comentar sobre as ligações, e Roberto de Ogum não atendeu às tentativas de contato.

As investigações da Operação Sevandíja continuam em andamento, com a expectativa de novas revelações e desdobramentos no futuro próximo.

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