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Operadores quebram cano da Saerp e água limpa é desperdiçada em canteiro na Visconde de Inhaúma

Rua está bloqueada entre a São Sebastião e a Américo Brasiliense; expectativa é que as obras sejam finalizadas em duas semanas
Operadores quebram cano da Saerp
Rua está bloqueada entre a São Sebastião e a Américo Brasiliense; expectativa é que as obras sejam finalizadas em duas semanas

Rua está bloqueada entre a São Sebastião e a Américo Brasiliense; expectativa é que as obras sejam finalizadas em duas semanas

Uma interdição na manhã de ontem bloqueou trecho da rua Visconde de Inhaúma, no centro, e acabou revelando um problema adicional: o rompimento de um cano de água potável da Saerp. O bloqueio, que deveria ter começado no mês passado e foi adiado, teve início no início da tarde e provocou acúmulo de água no local, formando uma verdadeira lagoa em meio às obras.

Interdição e vazamento

Segundo trabalhadores no local, durante os serviços foi atingido um encanamento da Saerp responsável pelo abastecimento de água potável. Há grande volume de água jorrando e equipes da companhia informaram, em conversa extraoficial, que ainda não há previsão para o reparo. A reportagem também questionou oficialmente a Saerp e aguarda retorno.

Impacto no tráfego e rotas alternativas

O bloqueio afeta o trecho entre as ruas São Sebastião e Américo-Brasiliense. Embora o trânsito esteja menos intenso do que no início da interdição, motoristas seguem encontrando rotas alternativas para evitar o ponto de bloqueio. Muitos têm optado por desviar pela rua General Osório para não enfrentar o congestionamento na Visconde de Inhaúma.

A R&P Mob traçou um desvio para quem vem da região da Praça 15 de São Paulo pela rua Viscondinha: virar à direita na rua São Sebastião, depois à esquerda na Álvares Cabral, à esquerda na Américo-Brasiliense e, em seguida, à direita para retomar a Visconde de Inhaúma.

Prazo e locais afetados

A interdição tem duração prevista de 15 dias e atinge uma área comercial movimentada, onde estão estabelecimentos variados e a sede da Associação do Comércio e Indústria de Ribeirão Preto (Assipe). Apesar do trânsito estar mais tranquilo do que ontem, o vazamento persiste e ainda não foi contido.

Moradores, comerciantes e motoristas acompanham a evolução dos reparos e aguardam posicionamento oficial da Saerp sobre o prazo para normalização do abastecimento e a liberação total da via.

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