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Operários de usina em Pitangueiras denunciam atraso de salários e trabalho análogo a escravidão

Grupo de 12 profissionais veio de Alagoas, Maranhão e Tocantins; Polícia Civil da cidade vai investigar o caso
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Grupo de 12 profissionais veio de Alagoas, Maranhão e Tocantins; Polícia Civil da cidade vai investigar o caso

Grupo de 12 profissionais veio de Alagoas, Maranhão e Tocantins; Polícia Civil da cidade vai investigar o caso

Doze trabalhadores rurais de Alagoas, Maranhão e Tocantins denunciaram exploração em usina de Pitangueiras (SP).

Trabalhadores explorados

Contratados por uma empresa terceirizada para trabalhar em uma usina de Pitangueiras, os trabalhadores ficaram pelo menos três meses sem receber salários, além de terem suas carteiras de trabalho retidas. Eles foram alojados em casas alugadas e atrásra correm o risco de despejo.

Investigação em Andamento

Um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia de Pitangueiras. O delegado responsável, Dr. Claudio Messias Alves, investiga o caso, que pode configurar crime de redução à condição análoga à de escravo, entre outras possibilidades. A perícia foi acionada para avaliar as condições de salubridade das instalações. Um inquérito policial foi aberto para ouvir os trabalhadores e os envolvidos, incluindo a empresa terceirizada e a usina.

Medidas Legais

A advogada dos trabalhadores, Larissa Marim da Costa, informou que o escritório já tomou as medidas cabíveis na esfera criminal e trabalhista, além de ter feito uma denúncia no Ministério do Trabalho. Apesar das tentativas, não foi possível obter contato com o empreiteiro e a usina para comentar sobre o caso.

A situação dos trabalhadores demonstra a necessidade de fiscalização mais rigorosa para evitar a exploração de mão de obra no setor agrícola. As investigações em andamento buscarão responsabilizar os envolvidos e garantir os direitos dos trabalhadores prejudicados.

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