Gerente comercial de supermercados, Antônio Noventa comenta sobre o impacto no preço final dos produtos e como se livrar deles
O preço dos alimentos é um assunto que preocupa muitos brasileiros. Com a inflação em alta, encontrar alternativas para economizar na hora das compras é fundamental. Recentemente, conversamos com Antônio Noventa, gerente comercial de supermercado, para entender a dinâmica dos preços e quais produtos estão mais caros ou mais baratos.
Reajustes de Preço: Quais produtos estão mais caros?
Segundo Noventa, alguns produtos registraram aumentos significativos. O alho, apesar de um aumento de apenas 1%, é um exemplo de produto bastante procurado que sofreu reajuste. Outros itens com elevação de preço considerável incluem: beterraba (33%), berinjela (24%), milho, pepino japonês, pepino caipira, abobrinha italiana (quase 70%), mandioquinha salsa e cará.
Queda de Preços: Boas notícias para o consumidor
Nem todas as notícias são negativas. Noventa destaca a queda significativa no preço da banana prata (quase 30%), permitindo que o consumidor migre para essa opção mais em conta. Outros produtos com redução de preço incluem tomate (7,88% e tendência de queda), vagem, e beterraba. A cenoura, que chegou a custar R$ 15 o quilo, atrásra varia entre R$ 2 e R$ 13, demonstrando uma melhora significativa. A cebola também apresenta tendência de queda de preço nos próximos dias.
Para economizar, Noventa recomenda a compra de produtos da época, que estão em plena produção e, portanto, com preços mais acessíveis. Ele cita como exemplos o tomate, a cebola, a cenoura, a banana prata e a batata-doce. Além disso, verificar produtos próximos à data de vencimento pode ser uma boa estratégia, embora essa opção seja menos relevante para produtos perecíveis como frutas, verduras e legumes, cuja qualidade é o fator mais importante.



