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Orientação de colocar os bebês para dormir de barriga para cima faz aumentar casos de achatamento de crânio

Saiba mais sobre a plagiocefalia na coluna 'Filhos e Cia' com Ivan Savioli Ferra
achatamento de crânio
Saiba mais sobre a plagiocefalia na coluna 'Filhos e Cia' com Ivan Savioli Ferra

Saiba mais sobre a plagiocefalia na coluna ‘Filhos e Cia’ com Ivan Savioli Ferra

A plagiocefalia posicional, ou cabeça torta, é uma condição que tem aumentado nas últimas duas décadas, principalmente devido à recomendação de se colocar os bebês para dormir de barriga para cima, prática que, embora proteja contra a morte súbita, pode levar ao achatamento da cabeça.

Causas da Plagiocefalia

A causa mais comum é a plagiocefalia posicional, decorrente da posição prolongada em que o bebê dorme. Outras causas, menos frequentes, incluem o torcicolo congênito (nascimento com o pescoço torto) e a craniossinostose (fusão prematura das suturas cranianas), um caso mais grave que requer atenção médica imediata.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico da plagiocefalia posicional é geralmente feito pelo pediatra através de observação. Nos casos leves, a prevenção e o tratamento consistem em mudar frequentemente a posição da cabeça do bebê durante o sono e incentivar o tempo de barriga para baixo sob supervisão. Casos moderados podem necessitar de capacetes especiais ou órteses cranianas, enquanto os casos graves podem exigir cirurgia. É importante diferenciar a plagiocefalia da microcefalia, condição em que a cabeça é menor que o normal e está associada a atrasos no desenvolvimento.

A plagiocefalia posicional, quando tratada adequadamente, geralmente não causa déficits neuromotores. A orientação médica precoce é fundamental para prevenir e tratar a condição, garantindo o desenvolvimento saudável da criança.

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