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Os estupradores em série tem perfil em comum?

Sobre o comportamento dessas pessoas, quem traz os detalhes é psicóloga Danielle Zeoti; clique e ouça!
perfil estuprador em série
Sobre o comportamento dessas pessoas, quem traz os detalhes é psicóloga Danielle Zeoti; clique e ouça!

Sobre o comportamento dessas pessoas, quem traz os detalhes é psicóloga Danielle Zeoti; clique e ouça!

O Brasil enfrenta um aumento alarmante de casos de violência contra a mulher. Um caso recente, chocante e revoltante, envolvendo um médico que estuprou diversas pacientes, expõe a face cruel da violência sexual e a necessidade urgente de se discutir o perfil desses criminosos.

O perfil do estuprador em série

De acordo com a psicóloga Daniela Izeote, o perfil psicológico do agressor em questão se encaixa no transtorno de personalidade antisocial, muitas vezes associado à psicopatia. Ele apresenta características de um estuprador em série, com um padrão de comportamento cruel e sádico que se repete em diversos crimes. O número de denúncias, atualmente seis, incluindo um caso de estupro durante uma cesariana, demonstra a gravidade da situação. Além disso, suas postagens em redes sociais, como a frase “camarão que dorme rende mais no plantão”, revelam uma vaidade extrema e uma total falta de empatia, reforçando o perfil de um psicopata com traços de crueldade exacerbada.

A importância da denúncia e a vulnerabilidade feminina

A psicóloga destaca a coragem das enfermeiras que denunciaram o médico, enfatizando a importância de se quebrar o silêncio e buscar provas para embasar as denúncias. Elas se tornaram um exemplo de como enfrentar a vulnerabilidade e a maldade, mostrando que é possível combater a violência mesmo diante de situações extremamente difíceis. A falta de denúncias em hospitais anteriores onde o criminoso trabalhou demonstra a necessidade de maior conscientização e treinamento para identificar e reportar casos suspeitos.

A luta contra a violência e a importância da conscientização

O caso evidencia a necessidade de uma mudança cultural profunda para combater o machismo estrutural que permeia a sociedade. A violência contra a mulher é uma realidade cruel e persistente, e a coragem das vítimas em denunciar é fundamental para que a justiça seja feita. A conscientização, a denúncia e a empatia são armas poderosas na luta contra essa violência, e a sociedade como um todo precisa se unir para proteger as mulheres e garantir sua segurança e bem-estar.

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